Ministério da EducaçãoBrasil - Governo eletrônico
UFF

Depoimentos

Ecola Henrique Lage (Faetec)

Anônimo

Gostei muito da experiência de me sentir um deficiente visual. Muitas vezes caminhava, ou seja, caminhos pelas ruas e observo que os deficientes visuais são tranqüilos e não passam sinal de inferioridade. São seres humanos e que vivem uma vida como todo ser normal com direitos e deveres.

 

Anônimo

A experiência foi bastante interessante, mas difícil, principalmente no inicio. Para mim foi mais difícil caminhar já que consegui acertar praticamente todas as coisas que me colocaram nas mãos. Percebi o quanto é difícil ser portador de necessidade especial (visual), embora já tenha trabalhado com portadores necessidade especial, ainda não havia passado por nenhuma experiência desse tipo! Gostei muito e considero de suma importância que façamos mais esse tipo de vivencia com os funcionários, alunos e professores para que estes sintam na “pele” a realidade social vivida pelos nossos companheiros que embora sejam diferentes também necessitam das mesmas coisas que nós “ditas normais”! Agradeço deste já a oportunidade realizada pelo grupo organizados desta atividade.

 

Kelly

No inicio é muito difícil se localizar no espaço. Dá medo de andar e sair batendo em tudo. Depois, na hora de reconhecer os objetos não oi tão complicado, pois muitos eu já tinha a vivência. O olfato foi muito útil juntamente com o tato. Mas se tivesse na mesa um objeto desconhecido não conseguiria imaginá-lo facilmente. Como havia várias pessoas falando ao mesmo tempo criou uma grande confusão na minha cabeça. Precisei prestar muita atenção nas instruções do guia para não me perder. Quando retirei a máscara ficou ainda mais evidente como o mundo é extremamente visual. Foi estranho acomodar a visa com tantas cores. Foi uma experiência simples, mas muito emocionante! Parabéns pelo belo trabalho! Obrigada.

 

Anônimo

Foi interessante usar a frase “eu quero ver” mesmo sem “ver” de fato. É intuitivo. Ressalto a importância do olfato (mesmo na hora que fui enganada por ele dizendo que o suco era de maracujá e era goiaba, ao provar)

 

 

Anônimo

Os outros sentidos despertam quando um é suprimido como uma compensação... Ou providência... E usar o tato é prazeroso.

 

Anônimo

A importância no inicio da audição, após o tato e principalmente o olfato na hora de descobrir os objetos.

 

Anônimo

É uma experiência que nos ajuda não ter uma idéia do que é ter uma deficiência, mas sim nos da à oportunidade de sentir o ambiente por outra perspectiva nos sensibilizando um pouco mais e conscientizando também diante das questões humanas. Obrigada!

 

Anônimo

Este laboratório ajuda a compreender um pouco as dificuldades sentidas pelos portadores da deficiência visual todos os dias , o dia todo. Nós só experimentamos uns 5 minutos disso que eles têm que superar todo o tempo. A  principio eu fiquei muito desorientada contando com a voz da guia para saber em que direção ir; acho que precisaria praticar muito para fazer ligações para casa sem enxergar e até mesmo para comprar uma fruta e preciso contar com certa ajuda dos outros. Algumas coisas são possíveis superar, mas deu para compreender como é importante para eles que a sociedade se adapte e facilite o máximo possível às atividades cotidianas.

 

Moema

Foi uma experiência muito interessante, como num novo mundo a ser descoberto pelos outros sentidos. Sem a visão tudo é um grande desafio.

 

Márcia (ETEHL)

A experiência foi muito rica e fez buscar os outros sentidos para poder interagir e lidar com o mundo a minha volta e principalmente sentir um pouquinho como é ser um deficiente visual.

 

Anônimo

Achei a dinâmica muito interessante fiquei muito emocionada em poder me colocar no lugar do outro, pois temos que sempre nós colocarmos em situações dos outros. Adorei participar!

 

 

Anônimo

Eu fiquei muito emocionada e convicta de que preciso ser mais participativa nas novas experiências que são colocadas para mim. Muito Obrigada.

 

Anônimo

Gostei muito da experiência de participar dessa dinâmica, é muito interessante, pois a percepção que temos do lugar (que pra mim parecia enorme) é muito diferente do que é real. Vocês estão de parabéns!

 

Anônimo

A experiência para mim não foi muito agradável, porque seu uso óculos e passei há bem pouco tempo por uma troca de óculos, onde em de 3,5° (três graus e meio) passei para 5,5, ou seja, (mais 2 graus a mais), penso que tudo na vida é válido! Porque a superação é maior ”desafio” que uma pessoa pode enfrentar ou passar. Gostei muito... Mas não posso dizer que é uma experiência agradável.

 

Anônimo

Foi uma experiência de entrega: Inicialmente, imaginei que pudesse olhar só um pouquinho, depois senti medo de errar, para logo eu seguida me entregar por “inteiro”, mas não sem medo e insegurança. Em menor medida, deve ser o sentimento experimentado por alguém que por alguma razão perde a visão. A experiência só é comprida quando resolvemos “conhecer” o mundo exterior, digo, a realidade externa através dos demais sentidos.

 

Leonardo

Experiência inovadora. Gostei muito, é uma forma de se valorizar o sentido da visão. Eu, sinceramente, não podia julga o percuto é, importante o sentido visão para o homem.  A inclusão social é sem dúvida nenhuma para a iniciativa fundamental para podermos garantir o melhor desempenho dos nossos alunos. Parabéns aos profissionais que se dedicaram inclusão social. Abraços.

 

Isabella Araújo

É uma sensação angustiante e ao mesmo tempo curiosa. Faz-nos utilizar sentidos que não exploramos muito ou que não temos consciência de como utilizamos, uma vez que somos muito conectados ao apelo visual. Parabéns e obrigada pela vivência!

Luciana

A experiência foi muito marcante, pois é bem difícil “enxergar” o mundo, objetos, frutas e etc. Sem poder ver. Dá certa insegurança, mas o grupo soube conduzir muito bem. Adorei esse momento e fico feliz que tenham pessoas que se prontifiquem a fazer este trabalho. Agradeço com Carinho.

 

Lídia

No espaço fui mais ou menos. No tato fui péssima, me senti totalmente fragilizada e agradecida ao pai iterou pela minha visão, embora tenha dificuldade para enxergar às vezes. Para mim o maior defeito que em ser venha sofrer, talvez tenha sido este meu pensamento, ou seja, a minha definição sobre o cego que, e atrapalhei tanto, me deu vontade de chorar só em pôr a venda nos olhos. Mas valeu! Foi uma experiência marcante. Parabéns a todos pelo belo trabalho. Obrigada.

 

Ana

Achei uma experiência maravilhosa nunca se imaginei vivendo essa situação, mas valeu apena, amei.

Centro Cultural Paschoal Carlos Magno - 04/12/11

Caio Sérgio

A experiência retratada vai além que podemos ver que só conseguimos enxergar com o tato. Essa experiência é por mostrar que não usamos. Essa experiência vai além do que podemos ver mais não é importante apenas ver mais também sentir. Por que mesmo que você não vê não que dizer que sua vida parou. Continue vivendo continue sentindo.

 

Christian Renan Fernandes

Foi uma experiência muito boa, para vermos um pouco como eles agem em seu dia-a-dia, sendo capazes de realizar qualquer tarefa que lhe é dada. Parabéns pelo trabalho, que vocês tenham muito sucesso.

Erica de O. Rodrigues

Foi muito boa à experiência e acho que todos deviam passar por isso, para se der conta da dificuldade dos deficientes visuais. São guerreiros valentes que merecem muitos parabéns pela garra e vontade de viver. Parabéns!

Anônimo

Experiência nunca vivida antes. Precisamos confiar nas pessoas e da ajuda delas. Onde pude descobrir e sentir somente outros sentidos como tato e paladar. Vou praticar mais vezes em casa.

Alexandra Mathias

Experiência maravilhosa! Incrível como universo se amplia em sons e formas quando somos privados de dos nossos sentidos; da visão. Parabéns! Senti-me muito bem e confiante com o cuidado da equipe que recebe. Obrigada!

Zenaide

Tive a sensação de limitação, me senti dependente para ser guiada, talvez por não souber onde eu estava. Só ouvir as pessoas falando ao meu lado e me senti como se estivesse sozinha, pois eu não sabia se estavam ali comigo ou se estávamos juntas, como numa festa onde você está próximo de alguém a gente acaba conversando. Ali eu achei como se não fizesse parte. Senti também o medo de tropeçar. Foi uma experiência inesquecível.

Hugo Gonçalves

Fantástico! Parabém abriu-me os olhos! Obrigado.

José Alberto

Sensacional, é preciso aprender a enxergar não com a razão do padrão, mas sim com a percepção da emoção. É ótimo e, ao mesmo tempo, um pouco amedrontador, pois para simples atos é necessário entender o que a emoção da voz do outro está trazendo, por trás de suas palavras. Obrigado pela oportunidade!

Jerônimo CCPCM

É um fato muito importante, ver que as pessoas que têm a sua visão e não se importa que elas lhe sejam muito úteis e saber que por alguns minutos você ficar sem elas faz tanta falta. Imagine alguém que nasceu sem ela, ter que viver a vida dependendo de alguém para conduzi-lo. Mas Senhor Jesus ele é nossa luz em todo o tempo. Para aquele que vê e não enxerga e para aquele que não vê e consegue enxergar.

Anônimo

Parabéns pelo trabalho. O universo sem a visão me trouxe insegurança me incomodaram as mãos me tocando sem minha permissão.

 

Anônimo

Bom dia, adorei a experiência. Com os olhos vendados os cheiros das verduras ficaram fortes e aguçados o meu olfato. Fiquei com a vontade de cozinhar de olhos vendados. Acho que esta experiência todos deveria realizar.

Anônimo

Para mim foi uma experiência muito boa me comportar, algo que foi por poucos minutos, como deficiente visual. Espero que Deus não permita que tenha esta experiência na realidade já que acho muito difícil depender de outras pessoas para sair adiante. Os trabalhos dos deficientes são fabulosos. Tenho um afilhado que ficou aos poucos cego do olho bom já que nasceu cego de um. Isto aconteceu a partir dos 30 anos e o mais difícil para ele foi não poder nunca mais dirigir carro. Atualmente com 45 anos é totalmente cego e trabalha como fisioterapeuta.

 

Anônimo

Vendo aqui podemos observar uma pequena, mas sensível e porque não difícil amostra de como é a vida de um deficiente visual. Não nos damos conta do mundo com as possibilidades! Fiquei bem, lutemos juntos e com respeito.

Anônimo

Nunca participei de algo tão incrível. Já fiz algumas oficinas de olhos vendados, mas sempre sentada. Em pé foi mais intenso e forte. Não dá para nos imaginar sem visão ceio pode ser o órgão mais importante para mim. Parabéns.

 

Adelina Augusta

Parabéns, muito interessante poder vivenciar um mundo diferente de sensações! Muito gostoso para nós que tivemos a oportunidade de vivenciaro diferente, é muito importante para valorizarmos ainda mais dificuldade e beleza desse mundo. Ver através das mãos foi incrível.

 

Jussara Leite

Achei a experiência muito interessante, tive a oportunidade de me colocar realmente no lugar do outro. No caso do deficiente visual, mesmo aqui já de olhos abertos alertas e sem a venda continuo me sentindo cega! É uma experiência real em todos os sentidos. Sei que muitas vezes precisamos, devemo-nos colocar no lugar do outro - isso é fundamental para nossa própria vida. Essa experiência que fiz agora me foi possível. Levarei isso comigo. Agradeço muito.

 

Ricardo

É uma experiência incrível. Como pode saber sem ver? Assim a gente começa a perceber. Parabéns e obrigado por me deixar sentir o que senti.

 

Gabriel

A curiosidade impulsiona, contudo, a sensação de insegurança nos faz sentir medo a cada passo. É preciso utilizar de serviços desconhecidos para conseguir ir adiante, além de precisar da confiança no outro.

 

Lucy de Araújo Mathias Netto

Antes, eu “julgava”, ficar cego: Senti que não... Com a experiência do café no escuro. Vou ter que reformular repousar um dos meus maiores medos! Parabéns a todos os envolvidos! Obs.: A única coisa, eu o único elemento que não perceptível foi à luz, as cores, nada mais...

 

Vicente Galvan

Experiência única e muito informativa. Já havia falar dela, porém nunca havia participado de uma, e eu achei muito interessante pela diversidade de objetos que passam despercebidas por nós inúmeras vezes e que provavelmente pera um deficiente visual seria mais difícil identifica-los. Porém ao concentrar-me na identificação percebi que é possível identificação usamos apenas o tato, porém com ele mais “aguçados”. Parabéns!

 

Theo Vilhena

E eis que no breu

A luz se faz

No tato o próprio ato

E o sentido que se compraz.

 

Cristina

Gostei muito da experiência do café no escuro. Fiquei um pouco atormentada por não ver onde eu estava indo, não tirei dificuldade de identificar os objetos e sabores. No entanto me deixou muito frustrada o fato de não de não estar vendo as pessoas que estarão a minha volta, tive vontade de tocá-las se fosse cega realmente acho que o mais complicado seria não ver as outras pessoas.

 

Fábio Cecchetti

Professor da Fundação Municipal de Educação

Ver é mais que enxergar, realmente. Como precisamos garantir acesso... Falta muito ainda. Iniciativas, exposições, experiências como essa precisam se multiplicadas e mais frequentes. Parabéns e vamos firmes na luta!

 

Bernadete

Foi surpreendente viver por alguns segundos a sensação de ser deficiente visual. Uma experiência para a vida toda, difícil, mas consegui identificar alguns objetos. Pelo olfato consegui, mas pelo tato foi complicado. Parabenizo-os pela iniciativa de nos fazer sentir na pela por alguns minutos o que os deficientes convivem a vida toda. Sensibilidade a flor da pele em todos os sentidos. Muito obrigado pela oportunidade única.

 

Ana

Ao participar da experiência de sentir com venda nos olhos, o que é o mundo daqueles que não tem visão, percebemos o quanto é difícil para nós essa sensação. E então percebemos quanta lição de otimismo, eles nos passam, quanto por tão pouco reclamas de coisas banais. Parabéns, aqueles que tomaram esta iniciativa, para nos fazer entender melhor o mundo daqueles que enxergam de outra maneira.

 

Mauro

Incrível a sensação de descobrir o quanto somos capazes de exercer a nossa grande capacidade de percepção ao tato. Bastando chegar sem qualquer medo ou preconceito, percebemos a quanto a nossa sensibilidade ao tato de aguça e então passamos a ter a exata noção da vida e das dificuldades enfrentadas pelos deficientes visuais.

 

Anônimo

Uma experiência importante e única para nos colocar no lugar dos deficientes visuais, e mostrar como é vivenciar o mundo no escuro. Uma experiência para levar para sempre.

 

 

 

Anônimo

Adorei a experiência de conhecer um pouco do mundo explorando mais os outros sentidos além da visão, e ter a oportunidade de sentir um pouco da realidade dos deficientes visuais, que nós sabemos que é difícil, mas nunca dá para saber o quanto. Fora isso, foi uma ótima oportunidade de conhecer melhor e explorar as múltiplas sensações do tato.

 

Ana Cláudia

Professora de Artes

A experiência mostrou-se interessante. Inicialmente senti-me segura apesar de estar com os olhos vendados. A bengala me ofereceu o suporte necessário. Segui com a vivência sem medo. Ao terminar a 1ª parte a bengala desapareceu e ao caminhar me senti fragilizada e receosa de cair ou esbarrar em algo e assim me machucar, mesmo sendo guiada por alguém esse sentimento persistiu. Ao chegar na 2ª mesa onde procurei descobrir o que me era apresentado a sensação agradável retornou. Quando tirei o tampão do rosto a minha visão ficou desfocada e precisei esperar alguns momentos para ela voltar ao normal. Enfim, ao perceber o universo do outro passamos a aprender e compreender mais das limitações do ser humano e adquirir um olhar sem preconceitos. Muita paz!

 

Anônimo

É uma experiência sensacional muito rica, com várias formas, tamanhos e sentidos com a degustação de um delicioso café “quente” e o outro, desejo “gelado”, muito bom estes sentidos sendo explorado ao máximo. Parabéns!

 

Anônimo

Que experiência! Um espaço mínimo parece extremamente longo e difícil. Falta confiança para vencê-lo. Dá medo e tropeçar, de cair em buraco. É fantástico! E as pessoas que auxiliam são maravilhosas! Adorei a experiência. Parabéns para todos.

 

 

 

 

 

 

Lúcia Vieira

Enfermeira

É uma experiência fantástica, todos deveriam fazer, pois não conseguimos ter a dimensão do que é não enxergar. Acho que com isso teríamos uma sociedade mais solidária e uma via pública mais livre e de fácil acesso aos cidadãos com qualquer tipo de limitação. Sugiro que fosse implantada nos colégios essa experiência - para termos (formarmos) cidadãos mais conscientes e solidários. Parabéns pela iniciativa.

 

 

 

Glória Lúcia

Achei muito legal e interessante, é uma experiência muito legal e divertida.

 

Neuza Sena

Meu depoimento foi muito bom uma boa experiência como cuidadora a cada dia se possível eu aprendo muito e confesso que hoje foi mais uma experiência, pois tenho um irmão deficiente de uma das vistas e com glaucoma e foi uma aula experimental e educativa. Agradeço a oportunidade.

 

Anônimo

Parabéns pela iniciativa, pelo trabalho e pela linda exposição. Gostei muito da oportunidade de ser guiada pelos deficientes visuais e também de experimentar novas sensações de coisas tão corriqueiras e conhecidas de nosso cotidiano. Acredito que estas oportunidades de “ver” o mundo com novos olhos, terem novas sensações são importantes para desenvolvermos novas sensibilidades e questionamentos pessoais.

 

Anônimo

Valeu a experiência pela sensação do uso do tato do paladar, como os cegos se sentem. É uma visão interior que acabamos incorporando no nosso dia a dia. De início dá um certo pavor por uma coisa totalmente fora do nosso viver. Valeu muito, todos deveriam passar por essas sensações.

 

 

Helena

Diferente! Estar sem a visão não é bom nem ruim! Você consegue desenvolver melhor o tato, olfato e audição. Apesar de inicialmente me sentir igual a uma criança, depois ganhei um pouco de segurança no escuro. Muito legal a experiência! Todos deveriam passar por ela para entender mais como a vida funciona sem visão.

 

Jan Peter

Espetacular o modo como à organização fez a sensação de não ver para os que veem! Como os cegos conseguem saber tudo o que sentem!

 

Patrícia

Maravilhoso o projeto. Simulando o “eu” dos cegos. Parabéns às pessoas especiais que trabalham com tanto amor.

 

Angela

É um mundo nosso também, e que vejamos menos, mas na interação podemos saborear os nossos outros sentidos. Compartilhar é muito bom, só assim verdadeiramente experimentar a completude. Obrigado por esse momento agradável que passei com todos. Gratidão, beijos.

 

Anônimo

A experiência com os deficientes visuais foi interessante por que pude perceber as maiores dificuldades que essas pessoas encontram nas atividades cotidianas. Minha maior dificuldade na mesa do despertar foi em identificar formas que eu não conhecia, como a obra de arte com chifres. Isso me fez refletir que a minha dificuldade no caminhar e lanchar na verdade foram menores do que a de um deficiente que nunca viu. Só mesmo com a prática que eles devem ganhar autonomia. Parabéns pelo projeto!

 

Anônimo

Obrigada pela experiência, foi alguma coisa bem diferente de tudo que já experimentei. Mudam totalmente as dimensões. O espaço, a forma, a textura, o sabor, enfim tudo é mais perigoso. Fiquei meio ansioso e o coração disparou um pouco, mas o toque das pessoas acalmaria e direciona. Uma experiência única e maravilhosa.

 

Sônia Franco

Parabéns pelo trabalho. Eu já havia tido a experiência de ficar sem enxergar por um curto período de tempo. Porém percebo desse trabalho não uma forma traumática e sim muito amorosa desta realidade tão carente de parceria e respeito. Deus abençoe!

 

Waely

Que experiência tremenda! Não somos nada sozinhos. Mas nossos olhos apesar de ser a expressão da alma, não são indispensáveis se tivermos uma mão amiga, um coração grande e um amor divino para compartilharmos. Parabéns a Keiko e aos artistas pela a iniciativa tão linda.

 

Ellen

É difícil colocar palavras aonde nós vamos, quando não podemos enxergar. Sou um ser único e complexo. Uma pequena experiência, tão simples, nos torna grata a Deus. Deus despertou em mim o quanto é necessário estarmos rodeados de corações especiais, pois ao não poder enxergar, preciso muito mais confiar. Parabéns pelo lindo trabalho!

 

Adriana

Foi uma experiência muito interessante. Realmente não vemos, mas com a mente. E a mente pode se utilizar dos olhos de tato para identificar as imagens e decodifica-las. É uma oportunidade de experimentar o desconhecido, com entrega e confiança. Muito importante. Na verdade, porque enxergamos, achamos que podemos nos conduzir e nos guiar autonomamente na vida. Pelo lado material sim. Mas pelo espiritual, a regar caminhamos no escuro, só enxergando o passo que a nossa perna é capaz de dar, necessitando da confiança e da entrega sempre àquele que nos conduz. Nenhuma se governa, é o poder maior que nos leia.

 

IgoMayama (Filho de Keiko)

Experiência maravilhosa. Precisamos valorizar mais audição, olfato e tato.

 

Helena B. Varella

Um ótimo exercício para valorizar os nossos sentidos além da visão.

 

Nádir Regina A. Bittencourt

Participei do café no escuro, foi uma experiência singular, muito difícil, somos bem egoístas, quando falamos que a nossa vida é difícil, precisamos ter novas vivências e experiências como essa, para valorizamos mais nossa vida e mais importante é muito bacana a trabalho de todos que estão junto dessas pessoas, ensinando e vivendo o dia a dia com eles. Parabéns a todos que estão fazendo este trabalho, estou muito emocionada. Faltando-me até palavras. Feliz Natal e um Ano Novo, com muito carinho, paz e amor.

 

 

Vakaira

Depoimento a respeito da Exposição: Expressar os sentimentos inexplicáveis que vem a nossa mente, digo, a minha mente após observar determinadas curvas. As esculturas executadas deficientes visuais. O clima de descontração que ruina entre nós... Observar com os olhos fechados... Objetos, sabores que nos vem a mente... O tato quando identificamos os objetos com os olhos fechados. É um trabalho lindo que põe a prova o nosso desejo de servir, aqueles que dão diferentes. Bravo!

 

Valéria Souza

Perfeitamente claro e especial o Café no escuro. Fio de luz para nossa cegueira diária diante do desconhecido. Entre contornos, relevos e profundidades o tato nos conduz as cores de nossas memórias visuais, olfativas e emocionais. Bebi a calma do cheiro do maracujá. Comi o cheiro de janela de minha avó. Vesti o feio das luvas de Itatiaia. Ouvi entre chocalhos as risadas de minha filha quando era bebê. Acariciei pelos plásticos e metais. Suspirei feliz por estar viva para todas as sensações. Por estra aberta. Por estar viva para este momento. Parabéns pela sensibilidade! Parabéns por nos fazer nascer de nossas trevas da ignorância que é cega. Em grande beijo aos idealizadores e toda equipe que me recebeu carinhosamente.

 

 

Jane Duarte

Como representante do grupo de oração “Célula do Amor” gostaria de registrar que a experiência com o Café no Escuro foi muito emocionante. Consegui chegar perto e enxergar por dentro de mim e avaliar o que sente a pessoa deficiente. E que também os olhos da alma são os mais importantes. Parabéns pelo evento.

 

 

 

 

 

 

 

 

Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 2011

Carmen Olivier

Escola de Engenharia

Desde que tomei conhecimento do projeto, sou profunda admiradora e sempre que o projeto é apresentado na Escola incentivo os alunos a participar. È realmente uma experiência enriquecedora saber como vivem nossos irmãos deficientes visuais. Aprender a ver e viver com os outros sentidos e ser feliz e valorizar a vida a cada segundo, sem reclamar, sem se sentir infeliz é realmente uma lição de vida.

Tenho que confessar que na minha primeira experiência fiquei bastante angustiada em vivenciar uma realidade tão diferente da nossa. Temos uma vida iluminada e reclamos dela o tempo todo. O Café no Escuro me fez VER a vida de outra forma, me fez valorizar a luz de cada dia.

Parabéns pelo trabalho, você é uma pessoa especial. Quando eu crescer queiro ser grande como você e nunca desista do seu projeto.

 

 

Isabela Andrade

Eng. Agrícola e Amb. UFF

Achei realmente muito especial este chá da tarde. É uma viagem a um mundo completamente diferente. Parabéns aos organizadores do projeto “café no escuro”, com ele chagamos um pouco perto de uma realidade que pertence a estas pessoas especiais. Adorei!

 

Pedro Henrique de Oliveira

Eng. De Telecomunicação

Participar desse chá foi uma experiência magnífica, nos deu uma noção do uso dos cegos. Com isso vemos que sem a visão as atenções ficam voltadas para o tato e a audição, o que nos deixa com o gosto de suspense. Sendo assim tal atividade nos propôs um momento divertidíssimo.

 

Paulo Ricardo Feitosa

Eng. Telecom.

É como se fosse outro mundo, já que denominamos real o que recebemos pelos nossos sentidos. Tive uma noção longínqua da rotina de um cego. Apoio o projeto, ainda mais no meio daqueles que construirão a infraestrutura do nosso país.

 

Wallace Freitas Rodrigues

É muito complexo andar e viver como cego, principalmente nunca tendo visto, fica complexo imaginar como seriam as pessoas e as coisas, não vendo tendo tudo criado dentro da cabeça.

 

João Rafael B. Libre Ferreira

Uma experiência bastante relaxante.

 

Alessandro

Achei a experiência fantástica porque modifica sua relação com o meio; um espaço minúsculo fica imenso, coisas banais se torna complexas, sua visão de mundo modifica de forma radical.

 

João Carneiro

Curso-Arquitetura

A oficina foi uma oportunidade incrível! Poder viver mesmo que um mínimo tempo às condições físicas de um deficiente visual me fez refletir sobre essa condição, as dificuldades que eles passam. Acredito que foi um aprendizado importante e levarei sempre em conta nos meus futuros projetos.

 

Marcelle Carvalho

Arquitetura e Urbanismo

A oficina foi muito interessante para vivenciar, por alguns minutos, como vivem os deficientes visuais. Entrar em um espaço desconhecido e desnivelado sem a possibilidade de enxerga-lo, me deu uma sensação de desorientação muito grande. Percebi também a importância de aguçar os outros sentidos para ajudar na localização. E também me dei conta que a dificuldade deve se potencializar em espaços maiores.

 

 

Anônimo

A experiência é muito interessante e mostra a nossa insegurança em relação aos nossos sentidos uma grande dependência.

Além de mostra a dificuldade que temos sem a visão.

 

Marcello Ambrósio

Curso-Mecatrônica-EFONAPE

A arte do ver no escuro vivida por quem não tem defeitos visuais.

Enxergar no escuro, embora pareça loucura ou erro de linguagem, é e será sempre uma das mais lindas importantes experiências que já tive. Posso dizer com toda certeza que é um ensinamento, é nos mostrar como é difícil o ver sem enxergar. Os cegos são artistas, ídolos da arte de saber sobreviver com tantos obstáculos que impossibilitam os acessos a pequenas coisas como, por exemplo, tomar um simples cafezinho ou identificar coisas do cotidiano. Sou muito grato por tê-los conhecido pessoas tão simpáticas, lindas e bem humoradas, dispostas a ajudar a outros “normais” com tantas dificuldades.

 

Jéssica Thungo Santana

Curso: Engenharia de Telecomunicações

A experiência foi incrível, foi algo que eu nunca tinha pensado em participar e que de alguma forma em poucos minutos, transformou meus pensamentos. Fico tentando imaginar como a deficiência visual passa por obstáculos enormes e que as pessoas que hoje não são cegas, tem que passar por esses obstáculos também. Descrevo essa experiência em uma palavra: Sensacional!

 

Maria Eduarda Silva

Curso: Arquitetura e Urbanismo

A experiência foi bem interessante. Com a vivência pude entender melhor um pouco das dificuldades enfrentadas pelos deficientes visuais. Além de perceber a necessidade de trabalhar melhor os demais sentidos.

 

Paula Carvalho

Sem. De Arq. 2011

A questão do não saber como é “ser o outro”, foi finalmente entendida por mim.

Não poder ver, é algo muito difícil, pois a primeira vista, é limitador. Descobri que não. Não há limites para o ser humano, este é capaz de tudo. Senti um gosto forte de café, minha imaginação foi longe; não consegui delimitar bem os espaços, mas com o tato fui aos poucos me notando. Vi o mundo... Vi um mundo mais monocromático, porém ele é cheio de cores. O mundo; é, aliás, repleto de sabores e saberes e podemos tudo através de texturas. Mais do que tudo isso, percebo como a minha profissão é importante, pois aborda a complexidade humana dentro de um meio social urbano; nas relações do mundo e do homem; seremos um facilitador.

Obrigada por tudo.

 

 

 

Felipe Rodrigues Estrella

Curso: Engenharia de Telecomunicações

Achei a experiência muito interessante. Nunca havia tentado vendar meus olhos e andar por um lugar desconhecido. Tive muita dificuldade para andar e reconhecer objetos apenas com as mãos. Acho que todos deveriam passar por esta atividade, poia isto faz com que o respeito pelas pessoas privadas da visão aumente.

 

Alexandre Brito de Souza

Curso: Engenharia de Telecomunicações

Achei a experiência extremamente reveladora, pois pude compreender melhor a dificuldade que um deficiente tem todo o dia, fazendo atividades fundamentais e aparentemente simples para quem enxerga. Agora admiro muito mais essas pessoas, pois mesmo com tantas dificuldades conseguem viver normalmente e fazer outras atividades como fazer esculturas e etc. Além de tudo percebi que toda a percepção de espaço muda, já que com a venda euimaginava um ambiente completamente diferente do real.

 

Julio César Silva de Almeida

Engenharia de Telecomunicações

Simplesmente uma experiência incrível, mostra e nos permite a “ver” a vida de outra maneira, valorizando muito que temos e respeitando ainda mais essas pessoas que vivem com essa limitação.

 

Tatiane Araújo Rodrigues

Arquitetura e Urbanismo

Achei muito interessante essa experiência porque é só realmente passando por ela que podemos perceber as dificuldades encontradas pelos deficientes visuais no dia-a-dia. Gostei muito de conhecer o trabalho e o exemplo de superação dessas pessoas que nos receberam hoje aqui no café no escuro. Fiqueifeliz em participar e entender um pouco como funciona a locomoção diária dos cegos.

 

Martha Miranda Moreira

Eng. de Telecomunicações

Foi uma experiência diferente de todas que presenteei. Sentia que estava em um lugar bastante estreito e me senti agoniada em todo o percurso. Minha percepção em relação ao lugar mudou completamente quando tirei a venda. Muito abrigada.

 

Natália Romandini

Engenharia Elétrica

Foi muito interessante ter a experiência na perspectiva de outras pessoas. É uma forma totalmente diferente de enxergar o mundo. Senti-me um pouco insegura na hora de andar, porém com o apoio de outras pessoas pude computar o percurso. Parecia que tinha percorrido um caminho tão grande e quando tirei a venda percebi que havia me enganado com relação ao tamanho do local.

 

 

Tiago Pires

Engenharia Elétrica

O projeto revela as dificuldades dos portadores de deficiência visual e nos faz refletir a cerca do que é preciso fazer para facilitar a vida dos mesmos perante os obstáculos do dia-a-dia. Achei interessante a experiência de andar poucos metros para beber um simples cafezinho e me sentir tão fragilizado e vulnerável como me senti. Gostei bastante do aprendizado.

 

Rafael Cabral

Engenharia de Rec. Hid. Meio Ambiente

Projeto muito interessante que nos permite vivenciar as dificuldades daqueles que não podem ver. Foi uma experiência inesquecível.

 

Leonardo Mattos de Paula

Eng. de Telecomunicações

Essa experiência foi algo que eu nunca havia imaginado muito menos ter experimentado, através dela percebi que atividades corriqueiras se tornam muito difíceis e que o ambiente se torna mais hostil e as dimensões, os espaços se tornam diferentes e aprendemos a usar bem mais o corpo e os outros sentidos.

 

Jean Alves R. Fernandes

Telecom

Devemos respeitar as pessoas com problemas visuais, e nos livrarmos dos nossos preconceitos. Esta ideia “no café no escuro” é um máximo, para percebemos como somos pequenos, e como estas pessoas são incríveis, e veem tudo melhor do que a gente mesmo!

Muito obrigado “café no escuro”!

 

Patrícia de Retende Bragança Ferreira

Arquitetura e urbanismo

Com a experiência, percebem-se bem melhor as dificuldades e percepções das pessoas com deficiência visual. A partir do toque nas paredes e lonas os ambientes parecem estreitos e as distâncias menores. Não percebi o quanto andei apesar de a visão estarobstruída, o paladar não foi bem percebido, enquanto a audição foi bastante intensificada. Achei uma ótima experiência como futura arquiteta e urbanista. Espero projetar melhor de forma a atender as necessidades das pessoas com deficiências em geral.

 

Marcus Vinícius dos S. Costa

Direito

É uma experiência única, pela qual vivenciamos a realidade de um deficiente visual, suas dificuldades e limitações. Mas sabemos que não se limitam a isso eles são tão normais quantos os que se julgam não serem deficientes. Apenas não veem o mundo como nós. Uma experiência para dar mais valor à vida. Viver com responsabilidade. Obrigado!

 

 

 

 

Andreia Cristina C. G. Henrique

Arquitetura e Urbanismo

Esta experiência vai trazer grandes benefícios para a minha formação na hora de utilizar a acessibilidade nos meus projetos e obras. Obrigada por proporcionar uma melhor visão sobre o assunto.

 

Rayna da Silva Almeida Araujo

Arquitetura e Urbanismo

Esta experiência é por mim vivenciada diariamente, mas acredito que para os meus colegas de arquitetura foi uma experiência para entender as dificuldades e tentar a partir dessas, projetar pensando no outro.

 

Luísio Mendonça Fajardo

Arquitetura e Urbanismo

É uma experiência essencial para podermos sentir na pele o que é ter uma deficiência, e abrir o nosso olho para essas pessoas que encontramos todos os dias e podermos ajuda-los de alguma forma.

 

Marina Ferreira M. Ramos

Arquitetura e Urbanismo

A experiência é válida e interessante! A sensibilidade que um deficiente visual precisa ter vai além dos sentidos, a criatividade também é fundamental. O legal é que o mundo que os cerca é da maneira que a imaginação do deficiente permitir, e cabe a ele (e a nós, também) tentar lidar com as dificuldades e ver o mundo da forma que nos agrada. A reflexão sobre o que te faz feliz e a forma que você pode ver para que algo te faça, fez da atividade algo bem legal.

 

Diana

Achei a proposta muito criativa e interessante, foi muito bom ter uma experiência como essa, pois podemos “ver” as coisas de uma forma totalmente diferente, e aprender um pouco de como é viver utilizando mais o tato e a audição.

 

Anônimo

Acho muito importante a possibilidade de contribuir com o processo de desenvolvimento da ciência e para um futuro melhor.

 

Juliethe C. Barrol

É uma sensação de insegurança, de estar impossibilitado de fazer as coisas do dia-a-dia é uma proposta interessante para que as pessoas sintam a mesma sensação de um deficiente visual.

 

Prof. João Marcos

Dept. Engenharia Telecomunicações

É interessante como pequenas tarefas simples no dia-a-dia, tornam-se difícil sem visão. O conceito de “espaço” parece reduzir-se ao nosso redor.

 

 

Patrick de F. Pessoa

A noção de mundo e de tarefas do dia-a-dia é totalmente mudada através da experiência da perda de um sentido tão importante como a visão, tornando assim uma ótima experiência para nós que não damos tanta importância para situação do dia-a-dia.

 

Nathalia Castainça

Engenharia de Telecomunicações

Foi muito pouco tempo vivenciando esse mundo, e á nítido como não temos noção de como as pessoas a nossa volta estão vivendo. Às vezes me pegava pensando em como seria viver sem poder enxergar, mas nada passa de imaginação, a vida é bem diferente. Esse momento me fez refletir bastante no quanto nós reclamamos e às vezes esquecemos de agradecer as pequenas coisas. Passar por essa experiência me inspirou confiança, valores... Incrível como só estar de olhos vendados fez sentir frágil. Conhecer essas pessoas ouvir a voz alegre e confiante no trabalho que fazem, foi incrível também. Parabéns pela intenção do trabalho que fizeram aqui! Muito inspirador.

 

KamillaBarzana

Engenharia Agrícola e Ambiental

Foi uma boa experiência, logo quando fui vendada senti um pouco de medo, principalmente quando andava sozinha no percurso. Acho que as pessoas que são deficientes visuais são mais sensíveis na hora de provar os sucos senti um pouco de dificuldade, já no telefone me saí melhor! As pessoas deficientes visuais que conheci me passaram uma alegria que me faz saí de lá muito melhor! Adorei!

 

Danilo

Com certeza a vida de um deficiente visual é diferente mais não menos do que uma pessoa normal, pude perceber alegria das que me conduziram, foi uma experiência para a vida toda, obrigado!

 

Thays

Adorei vim aqui, espero vim aqui mais vezes. Deu para ter a noção como não é ter visão! Beijos. Amei!

 

Thaíse

Arquitetura e Urbanismo

Sinto que ao mesmo tempo em que deve superar situações e nos adaptar a ela, a percepção do espaço se torna maior do que nossa visão nos permite ver. É muito importante conhecer esse novo tipo de experiência na minha profissão, pois devemos deixar o espaço habitável para qualquer tipo de usuário.

 

 

 

 

 

 

Marcele Vuhfurs

Engenharia de Telecomunicações

Muito interessante à experiência proposta, foi possível vivenciar a realidade sem a visão, o que aguça os outros sentidos como audição, paladar. E interessante também foi enquanto estava sem enxergar ia imaginando o ambiente. Você se sente como num livro. Realmente foi uma atividade muito bem proposta. Ensina-nos a dar valor o que nos foi concedido.

 

Pedro Igor

Engenharia de Telecomunicações

Muito legal a experiência, senti uma insegurança total. Os objetos feitos pelos deficientes visuais são surpreendentes, muito ruim não saber o que você esta segurando. Essa experiência me mostrou as dificuldades que as pessoas especiais passam no cotidiano, me fez com que eu admirasse mais ainda essas pessoas.

 

Talita de Almeida

Engenharia de produção

Adorei saber que quando ficamos cegos, acionamos outros sentidos, damos valor a outros sentidos. Gostei de saber da história de Manoel, da vida que segue. Que Deus o ilumine.

Obrigada por fazer a dar valor às outras coisas da vida. Beijos, com carinho.

 

Paula Oliveira

Arquitetura e Urbanismo

Experiência pra lá de interessante! Acho que cada pessoa deveria passar por ela, para ao menos ter alguma ideia do que é o dia-a-dia do portador de deficiência visual no Brasil. Essa questão sem dúvida alguma deve ser tratada com maior atenção, sejam pelo governo, arquitetos, engenheiros, enfim, por todas as pessoas, uma simples questão de respeito. O “café no escuro” ajuda aos portadores de uma visão “perfeita”, descobrirem um universo cheio de sentidos e de escalas tão diferentes.

 

Yituoxing

A experiência foi muito boa. É muito difícil para mim sem olhar. Então eu achei que nós temos que dar mais atenção para as pessoas com deficiência visual. O governo deveria dar apoio para os projetos de ajudar as pessoas. Isto é muito importante para melhorar a vida dos brasileiros.

 

 

Café no escuro no Colégio Estadual Guiherme Briggs, 16 de Setembro de 2011.

 

Estimada Professora Suzana

Ficamos muito felizes com sua presença e  Equipe.Foi um dia muito importante pra o crescimento de cada um de nossos alunos que participou do evento.Tenho certeza que passaram a ver a vida de outra forma valorizando o eles já têm e o que podem conquistar.E acima de tudo,   passaram a entender o quanto é importante se colocar no lugar do outro  para vivenciar experiências diferentes.

Estamos a seu dispor pra outros eventos.

 Um forte abraço,

Alcinéa,Vânia e Equipe

Depoimentos de alguns alunos da escola:

Ana Machado, turma 3001: Medo, insegurança e desconforto.

Bruna, turma 803: Achei interessante a experiência, mais senti dificuldade em saber o que eram as coisas, percebi a dificuldade que uma pessoa deficiente visual tem.
Carlos Daniel, turma 703: Achei interessante e espetaculares foram momentos incríveis e muito difíceis.

Robson, turma 1001: Achei muito interessante e legal, porque dá para perceber como é difícil ser deficiente visual.

Thiago, turma 3001: Muito maneira sensação, muito diferente e legal.

Gilliárd, turma 1001:Gostei muito porque foi uma experiência sobre a vida.
Nathalia Soares: Eu achei um pouco difícil mais muito legal.
Amanda, turma 1001: Ser deficiente visual é muito difícil.
Thais, turma 1003: Eu achei muito legal porque em um único dia aprendi uma causa que tem muitas pessoas que vivem assim e isso que vivi hoje será sempre lembrado.
Leonardo, turma 2001: Achei muito difícil porque a gente não sabe para onde estamos indo na sala, sabemos que o chão é plano mais na rua a calçada é muito esburacada e torta, quando está chovendo piora. Para comer nós devemos confiar nas pessoas e ter um olfato muito bom. A casa tem que ser adaptada.
O que eu senti foi muito diferente e estranho, ao mesmo tempo. Mais também foi bem legal, e nunca se sabe o dia de amanhã.
Senti-me diferente, mais foi divertido. Isso me fez refletir muito, fico pensando como as pessoas com deficiência visual se sente.
Marina, turma 3001: Insegurança ao executar cada movimento.

É muito difícil ser cego, senti muita dificuldade. 

É difícil mais com bastante acompanhamento da para você ficar bem em casa.

Só agora eu sei quanto é difícil ser deficiente visual.

São interessantes, os cegos devem sentir muita dificuldade no seu dia a dia, é muito complicado.

 Café no escuro na Antiga Biblioteca do Instituto de Física

 Alunos de Engenharia civil / Arquitetura e Urbanismo, julho de 2011

Nome:Daniel da Silva Rempto

Curso:engenharia civil

Conheci o projeto no inicio do periodo através da prof. Suzana,e acache interessante em tese.

Quando experimentei participar,entendi bem melhor o proposito disso tudo e,na minha opinião,foi muito interessante e divertido. As monitoras foram ótimas sendo nossas guias e é uma experiência que nunca tive,de ter que preparar um café totalmente cego.

Daqui pra frente incentivarei outros a virem conhecer e participar do projeto.

 

  Nome:Elisa Bittar Floriani

Curso:Arquitetura e Urbanismo

A experiência de não enxergar é sufocante. Cada ruído atrapalha a concentração e a bengala é mais importante do que eu pensava.

Os sentidos ficam muito agussados e, ao final de tudo fiquei feliz de poder enxergar novamente e poder ver o percurso que parecia enorme era muito pequeno.

 

 Nome:Gabriel Matos Maia

Curso:Arquitetura e Urbanismo

Achei muito interessante a experiência de participar do CAFÉ NO ESCURO pois nós,estudantes de arquitetura,somos treinados a entender as dimensões do espaço e dimensioná-los. A partir do momento em que não temos mais essa noção,entendemos melhor as dificuldades que os portadores de necessidades especiai encontram no dia a dia,no caso do CAFÉ NO ESCURO,os visuais.

Indicarei com certeza a oficina e vou estudar mais sobre o assunto para que os meus futuros projetos tenham uma consciência maior quando ao uso dos espaços com a intenção de ser aproveitados por todos.

 

 Nome:Anderson Meretello Mota

Curso:Engenharia Civil

Com um clima de descontração e divertimento essa experiencia mostra um pouco das dificuldades de um mundo onde só se quatro dos cinco sentidos.

Nós, que não somos deficientes visuais, muitas vezes não paramos para pensar o quanto é difícil. viver em mundo no escuro.

Parabenizo essa iniciativa que nos faz entender um pouco o mundo dos deficientes visuais.

 

 Nome:Camila Quevedo

Curso:Arquitetura e Urbanismo

A maior dificuldade de toda a oficina é perceber o espaço ou tentar imaginá-lo. Os obstáculos não são necessariamente(nesta situação) um problema, entretanto, após tirar a venda e olhar o percurso feito me surpreendi com a incompatibilidade da minha imaginação em relação à realidade. As noções de dimensão e direções ficaram totalmente distorcidas.

 

Nome:Guilherme Monteiro de Carvalho

Curso:Engenharia Civil

Após vivenciar na pele a dificuldade enfrentada pelos deficientes para a execução de atividades simples, com o atender o telefone, ver as horas e até mesmo tomar café. Passo a enxergar o mundo com outros olhos, olhos estes que passarão a olhar com mais atenção e cuidado para cada pessoa que porventura não tenha as capacidades físicas em sua plenitude.

É uma batalha diária viver em lugares que não são adaptados e aonde habitam o preconceito e a falta de boa vontade em ajudar.

Cabe a nós que temos o privilegio de enxergamos ajudar modificando nosso ambiente e o principal, ajudar com boa vontade e paciência.

 

 

 Nome:Luan Ferreira Bastos

Curso:Engenharia Civil

Durante essa experiência pude perceber a dificuldade que os deficientes visuais tem além de toda a insegurança que eles tem ao andar.

A noção espacial é completamente diferente da real, para os cegos percebi que o local parece ser muito maior do que realmente é.

A identificação dos objetos foi um pouco mais fácil, mas percebi que foi devido a familiaridade

de alguns objetos.

Até em comer foi difícil que no momento em que peguei o palito para mexer o suco coloquei ao contrario, além de derrubar o açúcar.

 

 Juliana (apresentadora do Programa Especial)

Foi incrível! Incrível! Parece estranho, mas existe um prazer em não enxergar. O gosto do café me pareceu diferente e a sensação de não estar sozinha, de estar apoiada me fez sentir confortável foi importante, mas o mais surpreendente foi enxergar de verdade a escultura que enxerguei com a alma.

 Café no escuro Acolhimento estudantil-vestibular da Universidade Federal Fluminense   10/02/2010 Guias: Valdir e Cheila Felton
 
 
  
 
Experiência muito interessante, nos dá uma dimensão da dificuldade encontrada pelo deficiente visual,para viver em um mundo que não está preparado para pessoas com necessidades especiais. Achamos que todos deveriam ter essa experiência, para dar valor aos nossos semelhantes que a todo instante nos dão uma prova do que é superação.
Data: 10/02/10
 
Foi uma experiência nova, pois é muito difícil não ver as coisas, é uma sensação muito ruim pois sem a visão fica complicado se locomover,saber onde estar pisando,se estar correndo risco de vida entre outras situações. Quero dizer para um deficiente visual como consegue viver sem ter acidentes ou conseguires se virar sozinho, é preciso ter muita força de vontade.
Data:10/02/10                                                           Nome: Felipe
 
Achei interessante o projeto por demonstrar de fato a realidade de pessoas que tem deficiência visual aqueles que não tem. Precisamos de mais iniciativas como estas para transformar o mundo em algo mais fraterno e humano.
Data:10/02/10                                                    Nome: André Brito
 
Foi muito interessante passar por essa experiência, acho importante que os estudantes passem por essa experiência para diminuir o preconceito, e possam fazer mudança em nossa sociedade.
Data:10/02/10                                                           Nome: Nathália
 
No início a sensação que se tem é de insegurança e isolamento, porém com o tempo conseguimos nos acostumar,o medo inicial vai passando junto com ele parece novas sensações e seus sentidos ficam mais aguçados.
Data: 10/02/10                                                                                              
        
Especialmente na hora de provar os alimentos, pode-se perceber que o olfato e o paladar também são essenciais ao ser humano. Muito interessante toda a experiência!
Data:10/02/10                                                     Nome: Marcos Vinícios
 
Principalmente para poder deslocar-se, logo no início na brincadeira, pude perceber a grande dificuldade que o deficiente visual tem par locomover-se, é preciso aguçar muito o tato, a audição e a atenção, pois os obstáculos são muitos e a cidade não está preparada para atender essas pessoas que são dotadas de capacidade para fazer o que ela quiserem profissionalmente. A angustia e a insegurança tomam conta mesmo com a bengala e, a sensação que alguma coisa ruim poder acontecer conosco também é pertubante. Adorei a experiência e a orientação para ajudar qualquer deficiente visual quando estiver na presença de um.
Data: 10/02/10                                                     Nome: Marcelo Ferreira
 
Essa experiência foi uma das mais difíceis que já tive,porém a mais interessante que mais me ensinou sobre a vida dessas pessoas que apesar da deficiência enfrentam com tanta naturalidade. Muito bom aprender como poder ajudar na real, gostei bastante.
Data:10/02/10                                                Nome: Priscila Carvalho
 
Percebi as dificuldades dos deficientes visuais de uma maneira que nunca imaginei. Agora conseguirei ajudar algum deficiente visual de maneira correta. Acho trabalho como esse importantíssimo,para entendermos as dificuldades que não percebemos e para integrar mais facilmente os deficientes visuais na sociedade,adorei a experiência!
Data: 10/02/10                                       Nome: Beatriz Carvalho Ribeiro
 
Achei a experiência muito interessante. É incrível como é difícil viver sem a visão e mais ainda o que as pessoas com esse tipo de necessidade é especial, nunca tinha passado por algo semelhante. Acho que os profissionais de saúde deveriam passar por ela para aprender a lidar com esse tipo de paciente isso porque foi da área da saúde. Na verdade todos os alunos, em cada área deveriam passar pela experiência. Os instrutores foram fundamentais para passar a segurança no que estavam fazendo. Obrigada pelo trabalho de vocês.
Data:10/02/10                                                   Nome: Maria Clara
 
Ficar com os olhos vendados e experimentar situações normais foi muito diferente. Tive muita dificuldade mas hoje eu tenho noção do que as pessoas com deficiência visual tem de enfrentar. E sei que mesmo com deficiência elas conseguem ter uma vida normal e feliz,conseguem trabalhar, estudar, comer, andar e tudo com independência. Qualquer pessoa, com ou sem deficiência, é capaz de fazer o que quiser.
Data: 10/02/10                               Nome: Rafaela Ferreira De Anselmo
 
Uma experiência muito interessante porque dá pra “ver” pelo toque o objeto, e as vezes o cérebro cai no engano também em pensar que é uma coisa sendo outra.
Data: 10/02/10                                             Nome: Vitor De R. Cunha
 
Interessante ver sentir como o dia-a-dia dos deficientes visuais é delicado, nas normalidades se faz presente na audição,no tato,no olfato e na atenção.
Data: 10/02/10                                        Nome: Y uri Vidal Da Silva
 
Perder a visão já foi um medo real quando tive uma “Toxoplasmose” há quatro anos atrás,depois do tratamento e cerca de 80% da visão recuperada,me impressionei muito com a experiência. As pessoas que têm visão normal não consegue imaginar as dificuldades, e provavelmente os receios de um deficiente visual, absolutamente tudo, qualquer mínima “coisa” da rotina exige um esforço. Valeu muito ter participado para mudar minha visão e minha atitude diante desse problema.
Data: 10/02/10                                            Nome: Aparecida Freitas
 
Bom, para mim foi uma experiência, uma experiência única,amei e pude entender que ser deficiente visual não impede a pessoa de realizar nenhuma função, pude perceber que os outros sentidos ficam totalmente aflorados. Parabéns! Adorei!
Data: 10/02/10                                                             
 
Foi muito bom presenciar e vivenciar as dificuldades passadas por um deficiente visual. Parabéns!
Data: 10/02/10                                                         Nome: Vanessa Mendes
 
Nossa muito fantástico o trabalho de vocês. Poder saber um pouco, por mas, que muito pouco como é a vida de um deficiente visual foi muito bom. Saberei agora como lidar quando puder ajudar um. Que o trabalho de vocês chegar a mais pessoas com isso,construir um cidadão melhor. Parabéns, experiência única na minha vida.
Data: 10/02/10                                                  Nome: Pãmella Moreira
 
Para os que “enxergam! É uma experiência única. Está atividade nos coloca em poucos segundos, na realidade dos que não possuem a visão. Com um espaço físico, muito pequeno é possível realizar grandes descobertas.
Data: 10/02/10                                             Nome: Filipe Costa De Faria
 
Café no escuro Acolhimento estudantil-vestibular da Universidade Federal FluminenseGuias: Valdir e Cheila Felton
Muito importante entrarmos no mundo dos deficientes visuais para entendermos e sabemos como interagir. Parabéns! Uma experiência foi, sem dúvidas, enriquecedora.
Data:09/02/10                                                          Nome: Clara Macedo
 
Eu estou pelo pela 5° vez participando deste projeto,que pode-se declarar maravilhoso. Sou estagiário, na área da física e estou muito grato por estagiar nesta área. Pretendo não abandonar a física, mais sempre seguir meus princípios
Data: 09/02/10                                         Nome: Leonan Luiz Lopes Silva
 
A experiência da privação da visão me mostrou,instantaneamente,a reação do corpo em aguçar os outros sentidos,além disso,facilitou a percepção dos problemas vividos por um deficiente visual.
Data: 09/02/10                                      Nome: Júlia Kastrup Bezerra
 
Excelente experiência, todos precisam viver as dificuldades, nem que sejam por 30 segundos, de um deficiente visual. Após sentirmos na pele, a fragilidade de não saber onde estamos nos faz pensar o que essas pessoas precisam fazer todos os dias para continuar uma vida normal, depois disso todos passaremos a ter mais respeito, não só com o deficiente visual, mas com todos os deficientes.
Data: 09/02/10                                       Nome: Rafael Lucena Queiroga
 
Gostei muito,foi muito bom,isso foi bom,porque as pessoas podem conhecer mais a vida dos cegos,eu gostei muito.
Data:09/02/10                                                                  Nome: Lorena
 
A sensação de aguçar outros sentidos quando um(neste caso a visão) está prejudicado. Me ajudou a compreender como é complicado,mas ao mesmo tempo recompensadora a vida de um deficiente visual. Aprendi, através dessa experiência a admirar ainda mais os que estão em constante luta contra as adversidades e que nem pensam em desistir.
Data: 09/02/10
 
É uma experiência interessante. Nunca me imaginei assim, sempre confiei nos meus olhos. Achei que deve ser muito difícil viver assim, e olha que fiquei muito pouco tempo. Parabéns pelo trabalho de vocês!.
Data: 09/02/10
        
Adorei a experiência,achei muito válida,porque normalmente não temos a real noção das limitações que podem ser vencidas pelos deficientes visuais. Vocês estão de parabéns pela iniciativa e pela idéia brilhante de desvendar essa realidade!
Data: 09/02/10                                     Nome: Shirley Di R. Vasconsellos
 
Café no escuro campus gragoatá:
Fórum CABE   04/12/09
Guias: Jennifer Marchon, Jaqueline Quince, Leonan de Souza e Felipe Almeida de Sousa
 
Enxergar o mundo sem ser vidente é uma experiência muito complicada e assustadora. É o momento o qual podemos refletir sobre  as dificuldades dos deficientes visuais em seu  cotidiano e ver realmente as dificuldades que eles sofrem numa sociedade feita exclusivamente para vidente. Parabéns pelo trabalho.
Data: 04/12/09
 
Gostei muito da experiência e apesar de já ter trabalhado com cegos, nunca vivenciei.Parabéns!
Data:04/12/09                                                                 Nome: Relem
 
Esta experiência de não enxergar, ainda que por alguns minutos, trouxe-me reflexões acerca da necessidade de adaptação dos ambientes e a de vida capacitação dos profissionais para o "devido" entendimento das necessidades das pessoas portadoras de deficiência visual. Há a necessidade de maior  divulgação deste projeto dentro de nossa universidade para uma maior conscientização dos mesmo.
Data: 04/12/09       Nome: Renata Dos Santos Motta     (estudante serviço social UFF "8 periodo")
                                    
 Eu me chamo Marlene, gostei muito de vê do que vi,e como é difícil todos vocês. Estão de parabéns.
  Data:04/12/09                                                              Nome: Marlene
                                                              
Eu achei o trabalho deles muito bonito!! Parabéns!!
Data: 04/12/09                                   Nome: Micaela   (Colégio de aplicação da UFF)
        
Achei muito interessante, foi uma experiência que pode se tornar real, pois muitos perdem a visão em um acidente,por catarata. Eu já estava acostumada a ficar no escuro quando falta energia elétrica,não desse jeito,mas foi legal essa experiência.
04/12/09                                                                Nome: Cristiane
 
Muito interessante, sair da teoria e da imaginação de como um deficiente visual age e senti e torna concreto essa idéia,e agora sim poder,parcialmente sentir as dificuldades que passam. Adorei essa iniciativa do grupo CABE. Estão de parabéns!
Data: 04/12/09
 
A experiência como deficiente visual trouxe-me valiosos e interessantes conhecimentos que em condições “normais” não percebemos, tal pouco conhecemos, como a sensação de medo e insegurança quando temos “apenas” que “dosar” o açúcar em uma bebida ou caminharmos por lugares desconhecidos. Ao participar dessa rica experiência tive “aguçada” outras sensações, ampliados outros sentidos que fez-me questionar,ainda mais,o sentido da vida e a responsabilidade e a beleza da vida.
04/12/09                                                                  Nome: Ivan Míguez
Medo, Insegurança. O que estará me esperando a um passo? Tudo indefinido sem dimensão, sem cor. Outros sentidos são aflorados, tais como: olfato, paladar, tato e audição. Apenas falta a visão, quanto falto! Darei mais valor a ti daqui por diante.
04/12/09                                                                   Nome: Letícia Maria
 
Achei ótima a iniciativa de mostrar as dificuldades encontradas pelos deficientes visuais e ao mesmo tempo o desenvolvimento de outra habilidades. Parabéns, isto deveria ser feito com mais freqüência e em escolas já no ensino fundamental para que desenvolvam mais respeito aos deficientes. Obrigada pela oportunidade.
04/12/09                                                                          Nome: Márcia
 
Trata-se de um experiência bem inerente, onde pude observar mesmo que por alguns minutos a vida que leva um indivíduo portador de deficiência visual. Desconstruir alguma preposição pré-conhecidas por mim, com isso percebi com um ser portador desta pode-se e muito bem ter independência no que diz respeito as atividades cotidiano. Usam o método empírico, isto é, vêem ao mundo através das sensações, sentidos. Agora vou relatar minha experiência nesta virtude “brincadeira”. Primeiramente coloque os óculos, neste momento me senti vulnerável,porém logo depois minha confiança ao meu acompanha-te permitiu a minha locomoção logo depois,ainda com os olhos vendados,provei suco de maracujá e um biscoito,podendo perceber a importância ao olfato e do paladar,muitas vezes Mandado,logo depois,foi a instante em que me pedia “descobrir” os objetos através do tato,deixando mais uma vez de lado o sentido da visão. Meu resultado foi satisfatório, pois consegui acerta inúmeros objetos. Portanto, retiro mais uma vez,o quão fantástico foi realizar esta atividade seja no aspecto de divertimento,seja no aspecto de descontrair mitos eme altos na minha mente.
04/12/09                                                                   Nome: Daniel Duarte
 
Muito obrigado pela experiência, quem dera cada ser humano pudesse ter cinco minutos de cegueira algumas diferenças faciais poderiam ser superadas rapidamente. Um beijo gigante em toda a equipe.
04/12/09                                        Nome: Adriano Magalhães De Souza
 
Eu achei a experiência única e indescritível, devido ás dificuldades que um deficiente possui no seu dia-a-dia.
04/12/09                                                            Nome: Aldo Rodrigues Neto
 
Foi uma experiência muito rica, pois por um momento experimentei as dificuldades de um deficiente visual. Nesse momento exige-se uma entrega e confiança muito grande nas pessoas, além de uma reorganização dos sentidos. Foi muito importante e gratificante.
04/12/09                                                                     Nome: Henrique
 
A experiência é aflitiva devido,provavelmente,a minha falta de adaptação. Eu acredito que os ouvidos escutou melhor, mas não percebi uma diferença tão grande. O tempo todo parecia que algo atingiria minha cabeça me senti vulnerável.
04/12/09                                                                                                   
 
A experiência foi muito interessante,pois nos dá a noção da grande dificuldade que deve ser viver sem o sentido responsável pela maior parte da nossa percepção. O que não me marcou foi o quanto é angustiante o receio constante de onde pisar e do que vai tocar.
04/12/09                                                                     Nome: Cadu
 
 
Muito boa a experiência! não só por não enxergar,mas por usar os outros sentidos e saber como vivem,sempre,algumas pessoas. A dificuldade deve ser maior por não estarmos acostumados, mas ainda assim, percebe-se que não é uma vida cheia de facilidades. Cuidados são essenciais. Valeu por saber como outros vivem e se sentem, por fazer com que outros tenham essa noção.
04/12/09                                                                          Nome: Clara
 
Meu nome é Ana Paula, tenho esclerose múltipla, já passei por momentos de ficar por 2 vezes sem visão,por 4 vezes sem andar,entre outros surtos que tive por causa da doença,   quis fazer parte da atividade para saber realmente como se sente uma pessoa que perde a visão, a maneira correta de agir e como se comportar, foi muito interessante vivenciar este momento,pois assim pude perceber as dificuldades e a maneira que os portadores de cegueira se comporta e como posso passar a agir quando estiver em contato com um. Meus parabéns pelo trabalho, pois a conscientização e a informação não a vida da educação e da mudança do comportamento social. Abraços para todos.
04/12/09                                                  Nome: Ana Paula Quintanilha
 
É notável a dificuldade ou obstáculos diariamente enfrentado por um portador de deficiência visual, e com essa brincadeira é possível experienciá-las, olhar sob uma outra luz, ou falta dela.
04/12/09                                                              Nome: Ana Carolina L.
 
Foi uma experiência inigualável. Sempre tive muita vontade de fazer coisas como essa no meu ex-colégio, tive oportunidades mas não se comparou a essa. Foi divertido, dinâmico e o lanche estava gostoso. Obrigada pela atenção.
04/12/09                                                 Nome: Ana Luisa Lopes Perrote
 
Achei realmente impressionante estar na posição dos portadores de deficiência visual e percebi o quanto é difícil eles se locomover.
04/12/09                                                     Nome: Renata Camargo
 
Impressionante o modo como os deficientes visuais utilizam os outros meios de atingirem o que querem. A visão é um bem importante, mas não indispensável, adorei a experiência e senti que apenas meu paladar está aguçado.
04/12/09                                                                  Nome: Elisa Martins
 
Deliciosa: é a palavra que escorre pela boca durante a experiência ao sentir o gosto do que se como e se bebe no escuro, o corpo todo é só paladar e o espírito é invadido pelo sabor. A atividade nos faz conhecer melhor, conhecer um novo mundo antigo que estava apagado e que no escuro, os olhos fechados, esse mundo se ascende em mil sabores, sons, textura, ruídos, se ascende o mundo dos sentidos forcados pela visão. Ao estar na pele de um cego, em sua língua, em seus ouvidos, nariz, descobrimos nós mesmo e o quanto desconhecemos o mesmo mundo em que todos vivemos, pois não o conhecemos por inteiro,literalmente ainda não conhecemos o mundo de corpo inteiro.
04/12/09                                                     Nome: Saulo F. De Carvalho
 
         Depoimentos semana Acadêmica: 
20/10/09 Café no escuro na semana da engenharia
Guias: Manoel dos Anjos e Rose Queiroz
 
A dificuldade de não ver e a perda das cores, das luzes, ver as coisas em seu entorno, poder simplesmente olhar o mar. Coisas simples que são perdidas. A experiência é inesquecível e importante para mostrar o nível da dificuldade de se locomover, saber os números do telefone, sentir o cheiro e o gosto dos alimentos. Ser deficiente é  viver com arte, superar obstáculos, se adaptar.
 Data: 20/10/09                                     Nome: Isabela Pagginelli Benamo     
 
Foi sensacional experimentar essa nova experiência, nunca imaginei passar.
Data: 20/10/09                                                    Nome: Felipe Sousa
 
         Foi bastante interessante poder viver por alguns minutos a vida de uma pessoa com deficiência visual. Agora imagino como deve ser difícil viver ou se habituar neste mundo que nos vivemos com a deficiência visual. Foi muito legal ter conhecido a Rose, o Manoel e os demais.
Data: 20/10/09                                       Nome: Leonan Luiz Lopes Silva 
 
         Eu achei super legal, poder passa por  essa experiência e poder vive na pele o que os cegos passam. Eles, os cegos são super inteligentes, reconheceram os objetos através do tato, do paladar. São pessoas como nós, que vivem a vida da melhor maneira possível, tentando ultrapassarem suas dificuldades. Acho que se eu um dia tivesse que inventar esse obstáculo faria da melhor maneira possível, se eles conseguem por nós, não conseguiríamos.
Data:20/10/09                                                                                  
 
 Coisas que parecem tão simples, tão triviais, quando nos são tirados mesmo que  por um momento revelam seus valores. Minha mãe costuma dizer que "só damos valor as coisas quando perdemos" medi canto  disso quando fiquei sem ela por um ano agora sei o que ela queria dizer.
                                                                                                           
Data: 20/10/09                                         Nome: Anderson Lúcio Ferreira
 
              Foi a experiência mais emocionante que pude ter. Fazer com que nossa sensibilidade trabalhe para ver as pequenas coisas é muito difícil, e a equipe do café  no escuro conseguiu com louvor nos despertar para termos uma nova visão do mundo. Agradeço pela oportunidade! Parabéns pela iniciativa! Abraços...
 Data:20/10/09                                                      Nome: Nathalia Caude
 
Foi incrível a experiência de não conseguir enxergar. Não sei nem como descrever as sensação,é uma mistura de  medo com insegurança com uma certa impotência perante as situações.É desesperador a sensação que se tem de não conseguir enxergar e saber o que se tem nas mãos mas ao mesmo tempo é um exercício muito interessante de desenvolvimento dos outros sentidos. É dai que a gente percebe que a visão e um dos sentidos que utilizamos mais, sem desenvolver os outros. Não que não tenha importância, é obvio que têm, mas a vida sem visão é extremamente desafiadora e muito arriscada. A vida para um deficiente visual deve ser extremamente difícil devido as condições que se encontram a vida no mundo. Viver já é uma missão,para um deficiente que não encontra no mundo adaptações para sua condição,é pior ainda.Minha admiração por estas pessoas,é que podem ser consideradas umas guerreiras(os) da vida,aumentou muito.É difícil expressar o sentimento,mas foi uma ótima experiência.Parabéns aos guerreiros da vida.
Data:20/10/09                                            Nome: Taiane Alecrim Mattos
 
Experiência sensacional, o sentido de dimensão é alterado, a percepção das pequenas coisas sensórias é elevada e  aprendemos a dar valor as coisas mais simples da vida.
 Data: 20/10/09                                         Nome: Felipe Ferreira De Melo
 
         A experiência foi muito boa,pois podemos ter acesso ao "cotidiano" de uma pessoa com deficiência visual. Suas dificuldades e seus momentos são vividos de uma maneira quase real.  Ótima Iniciativa!
Data: 20/10/09                                                   Nome: Juliana L. Soares
   A experiência foi fantástica pois forneceu a oportunidade de ficar alguns minutos no lugar de uma pessoa com deficiência visual.Essa oportunidade foi muito gratificante para mim pois eu não fazia idéia de como essas pessoas vivem e talvez eu ainda não saiba tanto assim pois foi apenas questão de minutos.As pessoas foram realmente simpáticas e ótimas guias durante toda a experiência.
Data: 20/10/09                                       Nome: Isabela Florindo Pinheiro
 
 É incrível! Coisas que parecem simples,sem poder enxergar parecem ter mais detalhes, serem mais complexas.
Data:20/10/09                                                        Nome: Thaissa Falbo
 
         Foi muito legal sentir as coisas, sem poder ver.E ver que através do tato é possível reconhecer as coisas.
Data: 20/10/09                                                         Nome: Thiago Roba
 
         Um mundo diferente. Ótima experiência!
    Data: 20/10/09                                                     Nome: Daniel Lanno
 
Eu achei demais!Muito interessante tomar suco sem vê.
Data: 20/10/09                                  Nome: Rogério Barreto V. Barbosa
 
Muito difícil,me fez entender que tudo tem que ser feito lembrando de todos.
Data: 20/10/09                                                               Nome: Juliana   
 
O café no escuro foi uma experiência única pois tive com saber um pouco de como é a vida de uma pessoa com dificuldade visual.Tomei o café  amargo pois me atrapalhei com açúcar,porém não foi difícil reconhecer os sabores dos biscoitos.Os objetos e frutas não foram tão difíceis, porém as dificuldades sempre aparecem.Essa experiência é muito boa para todos nós que enxergamos para podermos compreender mais esse mundo sem luz e reconhecemos mais o valor dessas pessoas.
Data: 20/10/09                            Nome: Manuella Lopes Da Conceição
 
Achei muito interessante a exposição,pois mostra o que temos além da visão.Podemos identificar aromas, texturas, vozes e formas de nos guiar na "escuridão".Neste café no escuro há muito dinamismo e foi bem humorado, principalmente em relação aos guias.
Data:20/10/09                                           Nome: Adriana Nakano Samel
Achei super interessante o caminho, adorei "penetrar" e conhecer esse universo pelo menos um pouco. Os outros sentidos ficam muito mais atiçados ou sensações e os sentimentos mudam muito.Fiquei mais livre, tranqüilo no final,tocar na estrutura da Rose tornou tudo ainda mais especial.Muito legal mesmo!Parabéns!
Data:20/10/09                                                         Nome: Ana Carolina
O café no escuro foi uma oficina ideal,como é a vida das pessoas com problemas visuais.Essa experiência e muito boa para a busca das pessoas com deficiência visual.
Data: 20/10/09
 
Percebi que meus sentidos de percepção espacial ficaram bastante diferente, pensei que a sala tivesse um túnel. Tive medo e insegurança de andar, tocar. Entendi parcialmente e superficialmente que  a visão orienta os outros sentidos de certa forma e sem ela temos a sensação de amplitude de tudo, e os outros sentidos são instigados pela necessidade perceber o mundo ao seu redor. Gostei!(tive dificuldade de expressar o que senti.)
Data: 20/10/09                                            Nome: Thais Dias De Souza
 
Os sentidos ficam mais aflorados sem a visão, prestei mais atenção no gosto  da bolacha e até com pouco açúcar, o gosto do suco foi mais intenso. O tato se da mais valor e se toma mais cuidado. Foi bem prático a análise que nos proporcionou, gostei e muito obrigado.
Data:20/10/09                                     Nome: Thiago Nogueira Pacheco
 
         A experiência que eu tive foi de total fragilidade pois a mudança do universo que eu tinha  completo domínio e de uma hora para outra eu era alguém totalmente dependente dos fatores externos. É muito difícil conseguir confiar a sua segurança a alguém que não se conhece,mas caso queira sobreviver,este é o único jeito. Foi muito bom passar por isso, pois agora posso dar o merecido valor e apoio a quem realmente precisa desse amparo.
Data: 20/10/09                                          Nome: Alex Barbosade Silva 
 
O café no escuro é uma experiência muito interessante, pois visa a anos alertar sobre as pessoas com deficiência visual,fazendo o público "sentir na pele" como realmente é, apreendi muitas coisas e espero que o projeto continue,com todo este trabalho de conscientização.  "PARABÉNS".
Data: 20/10/09                                                   Nome: Karoline Carvalho
 
A experiência de não enxergar por alguns minutos foi muito válida e rica. Tinha sempre a sensação de insegurança, diante de cada obstáculo,medo de cair .E também tive que exercitar minha confiança, o apoio da bengala é fundamental.
 Data: 20/10/09                                             Nome: Hellen Silva Ferreira
 
Achei a experiência magnífica! É impressionante como os outros sentidos ficam mais aguçados. Comer sem ver fez saborear mais o alimento. Uma vez que minha atenção estava toda voltada para isso.o toque nos objetos também foi união, pois prestei mais atenção aos detalhes.
 Data: 20/10/09                                          Nome: Lais De Paula Pereira
 
Bom, estar de olhos vendados fez com que me sentisse vulnerável aos que estavam á minha volta e ao meio em que estava.Apesar de saber que estava próxima de pessoas boas e conhecidas a sensação de fragilidade foi o que mais me chamou atenção,primeiramente. Depois que percorri o caminho até o café a sensação foi de surpresa quando Rose me perguntou o sabor do biscoito, levei um susto,e percebi como muitas vezes deixamos de lado nossos outros sentidos,no caso o paladar. Acho que a parti de agora vou ficar mais atenta a outras formas de sentir a vida. Posso dizer que esta foi uma experiência muito interessante e alegre.
Data: 20/10/09                                          Nome: Carina Pereira Parente
 
Exposição maravilhosa! Angústia, curiosidade e medo são alguns dos sentimentos despertados de forma surpreendente! Parabéns a vocês!
Data: 20/10/09                                                                 Nome: Fabiana
 
Adorei a exposição,muito interessante ficar mesmo que por pouco tempo sem a visão.Eu nunca tinha parado para pensar como eu ia me locomover sem a mesma, e o fato de eu ter ficado sem a visão por um curto período de tempo me deixou angustiada.Não saber o que fazer, pra onde andar o que tocar me deu medo. Parabéns!
Data: 20/10/09                                                          Nome: Camila Heide
 
Muito bom descobrir como alguém consegue ultrapassar barreiras com essa vontade de viver. Adorei, senti medo e não reconheci algumas coisas como acho que conseguiria. Trabalho impressionante
Data: 20/10/09                                            Nome: Gisele Nakano Samel
 
Parece que quando se tem uma memória recente dos objetos, fica mais fácil identificá-los. Para reconhecê-los,entretanto,é preciso concentrar-se no sentido utilizado. É interessante observar que pequenas técnicas,simples,facilitam grandemente as tarefas a serem realizadas. Isso demonstra que um pouco mais de preparação e reconhecimento da população ajudava muito a vida das pessoas que tem dificuldades ou necessidades especiais.
Data: 20/10/09                                                       Nome: Maria Aidukaltis
 
É uma experiência intrigante e desafiadora quem enxerga torna-se totalmente dependente da visão e quando pode utiliza-la fica perdido.
Data: 20/10/09                                                      Nome: Lucas Nobrega
 
Acredito que esta seja uma oportunidade incrível para termos uma pequena noção de como as pessoas que não possuem a visão realizam suas atividades e desenvolvem suas habilidades.A Rose e o Manuel estão de parabéns por participarem deste trabalho de maneira a torná-lo atraente a todos e a professora e seus ajudantes também,por proporcionarem uma atividade tão engrandecer como esta,de maneira lúdica e ao mesmo tempo muito instrutivo.O evento tem meu apoio e acredito que todos estudantes que também participaram.
Data: 20/10/09                    Nome: Isabela Mariano Domingues Da Silva
 
É muito legal sentir as coisas e não só olhar,parece tudo ser outra coisa e achei interessante como a distância entre tudo parece maior. O pouco tempo que fiquei de olhos fechados pareceu mais tempo e sentir o cheiro de hortelã e outras coisas como o café foi bom, adorei.
Data: 20/10/09                                                                             
 
Me chamo Deise,adorei a experiência não sei se poderia viver assim. Mais muita força para todos os deficientes visuais, força de vontade porque muita gente dizem q são diferentes mais nada a ver, quero dizer enxergar,mais que nós os que enxergam. Deus os proteja com muito amor e carinho.
Data: 20/10/09                                                            Nome: Ana Deise
 
Nossa!!! A experiência de ser cego por 20 minutos é encantadora, mas também assustadora. Me fez refletir sobre as dificuldades das pessoas cegas, em um mundo que requer que as coisas sendo vistas. Parabéns ao grupo pela idéia do café no escuro. Espero que multipliquem-se experiências assim,que nos colocam no lugar do outro.  Abraços a todos!
Data: 20/10/09                                    Nome: Heila Nataha Silva De Lima
 
A prática é bem interessante pois força as pessoas a utilizarem todos os outros sentidos com exceção á visão.
Data: 20/10/09                                                Nome: Felipe I. L. Da Cruz
 
É uma experiência fascinante e apavorante. É completamente diferente imaginar um mundo em que normalmente não pusemos. É temeroso pensar na limitação, quando não a temos,viver as formas com sensações que não estamos acostumados . Vivi uma experiência diferente, ser levado por pessoas que vivem com sentidos diferentes é, no mínimo, impressionante.
Data: 20/10/09                                                      Nome: Neuton Mausur
 
Amei a experiência de “ver” o mundo com outros olhos!
Data: 20/10/09                                                   Nome: Camila R. Salles
 
É uma experiência interessante grande parte dos alunos e pessoas em geral deveriam ter esta experiência,para compreender as diferenças e as possibilidades que temos. Parabéns e obrigado ao grupo.
Data: 20/10/09                                                   Nome: Lucia Lehmann
 
Imaginei tudo muito diferente, a sala não era a mesma onde eu estava. Se fosse um lugar mais amplo quando voltasse a ver,me perderia. Imagino a dificuldade para o cego que não possui imagens previamente formadas, eu tenho a idéia das imagens, podia pensar em outras coisas fruto da minha imaginação. Muito boa a experiência, bom par compreendermos as dificuldades dos cegos. Obrigada Rose e Manuel.
Data: 20/10/09                                      Nome: Suelen Borges Machado
 
Primeiramente,achei estranho não ter noção onde estava pisando, andando a impressão que tenho é que andei muito, que o ambiente onde estive era totalmente diferente do que vi posteriormente. Essa experiência foi muito satisfatória, pois dá uma amostra do quão difícil é não enxergar,e da busca pela independência mesmo não enxergando as coisas ao redor. Dá mais valor aos pequenos detalhes e explorar os aspectos sensoriais.
Data: 20/10/09                                          Nome: Tatiana Pereira Acosta
        
Essa experiência foi muito interessante, pois ao entrar num mundo,o qual não se enxerga,é totalmente inovador, pois perde, ter percepções nunca tive antes. Percebi algumas das dificuldades que os deficientes visuais encontram, as quais não imaginava. Certamente sairei daqui com um outro “enxergar”.
Data: 20/10/09                                        Nome: Joana Nogueira Da Cruz
 
Achei muito interessante a iniciativa da universidade em realizar esse tipo de entretenimento. Até então nunca tinha entrado em contato com deficientes visuais e acho que eventos como esse são uma grande oportunidade de nos mostrar e passar um pouco da experiência que algumas pessoas vivem no seu dia-a-dia. São pequenos eventos assim que nos enriquecem e faz com que olhemos de forma diferente aquilo que esta ao nosso redor.
Data: 20/10/09                              Nome: Bruno César Tomaz De Matos
 
Foi uma experiência em que nunca passei por isso, única!Muito bom.
Data: 20/10/09                                    Nome: JoxRoberto T. Fernandes
 
 
Gostei muito da experiência. Não é muito difícil identificar os objetos, é uma sensação muito legal.
Data: 20/10/09                                                         Nome: Fábio Torres
 
Achei bem legal a experiência. Muito esquisito,mas legal.
Data: 20/10/09                                 Nome: Heloisa Helena C. Monverat
 
Experiência muito interessante,verei o mundo com outros olhos.
Data: 20/10/09                                  Nome: Marcelo Pereira Dos Santos
 
É surreal a sensação. Eu já havia estado nessa sala antes e a sensação é muito diferente. Realmente demais.
Data: 20/10/09                                                     Nome: Felipe G. Brites
 
Muito interessante esta experiência!sentidos que não conhecemos em plenitude! Parabéns pela iniciativa e obrigado!
Data: 20/10/09                                                   Nome: Nei Vasconcellos
 
Achei totalmente intrigante a forma de poder vivenciar a realidade de uma pessoa cega,apesar de durar pouco tempo a experiência ela ficará na minha memória por muito tempo.O fato mais curioso para mim foi ficar nervoso ao tentar descobrir quais os objetos estavam na mesa.
Data: 20/10/09                                 Nome: Renato Brito Neves Da Silva
 
A experiência foi muito diferente do que eu já tinha presenciado antes. É surreal. Eu não tinha idéia do quanto era difícil abrir mão da nossa visão. Foi muito bom participar. Valeu a pena.
Data: 20/10/09                                                    Nome: Luisa Damaxeno
 
A primeira sensação que tive foi de solidão. Não sabia se estava sozinho, as vozes se misturavam e eu não conseguia perceber a que distância as vozes conhecidas por mim se encontravam. Diversas vezes tocava a pessoa a minha frente e perguntava o seu nome e dizia para ela me avisar quando fosse andar. Na hora do café, não sabia mensurar a quantidade do mesmo, para uma audição proporcional de açúcar. Também demorei a dar o primeiro gole por medo de me queimar.Na mesa a experiência foi mais reconfortante,os objetos me eram familiares,consegui fazer uma imagem mental deles. Me senti mais a vontade,situação de não vidência é angustiante.
Data: 20/10/09                                                 Nome: Antônio Araújo Jr.
 
 
Meu nome é Regina Missi. Apesar de trabalhar há 30 anos com Ed. Especial,é sempre “especial” tentar me privar de algum dos sentidos embora temporariamente,e sentir ou imaginar como é ser,por exemplo,cega. Lembrei o tempo inteiro da colega cega com quem estive ontem o dia todo. Tentei agir como ela fez ontem se deslocando, falando, almoçando, comendo, etc. É muito diferente! graças a deus,é só simulação,porque a visão é um sentido muito forte em mim. Obrigada a todos os responsáveis pelo evento, e por terem me dado a oportunidade de sentir a vida através de outros sentidos.
Data: 20/10/09                                                          Nome: Regina Missi
 
Antes da experiência eu já estava bastante ansiosa, tanto que quando recebi a bengala e os óculos tratei logo de colocá-los. Uma sensação impar.
Data: 20/10/09                                                        Nome: Maísa Freitas
 
Uma experiência muito enriquecedora, que nos faz realmente enxergar que “O essencial é invisível aos olhos”,e que “só se vê bem se enxergarmos com os olhos do coração”.(Sainte Antoine Exuperie), leiamos pois o mundo com mais amor. Com a visão física ou não.
Data: 20/10/09                                                     Nome: Raquel Valentim
 
É uma experiência emocionante. Tomara que a Uff repita essa experiência em todos as unidades e escolas. Parabéns!
Data: 20/10/09                            Nome: Márcia Narcizo Borges (Química-uff)
 
Gostei muito da experiência, pois é uma coisa muito diferente,mas é muito gostosa. Parabéns!
Data: 20/10/09                                    Nome: Ana Beatriz Pedrazzi Chacon
 
Demonstra de uma forma inovadora como funciona o mundo dos cegos.
Data: 20/10/09                                              Nome: Hugo Cartano Borges
 
Hoje tive uma noção de como é a perspectiva dos meus alunos do CP 2 (deficientes visuais) no dia-a-dia. Para mim que possuo a visão, estar de olhos vendados me deu uma aflição absurda,uma sensação de desamparo. Foi uma experiência ótima que nos faz perceber as nossas limitações, como ser humano e dar valor por poder termos nascido sem nenhuma deficiência e a respeitar aqueles que tem.
Data: 20/10/09                                                   Nome: Bianca Navarro
 

 

Gostei muito da experiência que vivi e gostaria de poder divulgar esse trabalho com meus alunos adolescentes.
Profa Marize Góis-Rede municipal de Niterói
Vocês estão de Parabéns!
Gostei muito das coisas, obrigado por tudo.


Adorei a experiência, gostaria da próxima vez escrever, e aprender as letras Braile. Ser cego por 5 minutos já foi super legal. Me desculpem, cego não, DEFICIENTE VISUAL!!!! Parabéns adorei!!!! Foi legal e “eu me sentido” o que “os sego” sente.
Muito bom!!!
Achei d+
Eu achei muito Interessante


Eu achei super interessante!


É muito legal.


Eu Célia Franco gostei muito da experiência, pois não estamos livres de nada. As estatuas da Rose são lindas. Mas também gostei do Girassol, pois eu admiro o Girassol.


Gostei desta vivência; me mostrou o quanto eu dependo dos meus olhos e que há pessoas que conseguem aprender a viver sem eles.


Aisha 6ª serie, 11 anos.
Acho que demora para a pessoa se acostumar. Eles os cegos podem servir café e eu nem posso ver, não sei andar. Ela (Rose) não é uma pessoa triste, mas eu achei a situação dela triste. Tem tanta coisa bonita no mundo; más não é por isso que eles não podem ser felizes. Por minha escolha, eu não seria cega.


Natália, 13 anos
Senti como é difícil reconhecer os objetos e andar.


Geane-12 anos
Senti como é difícil à pessoa cega saber reconhecer outras pessoas. È difícil andar para os cegos porque deve ter medo de cair. Se tiver que pegar alguma coisa não vão saber o que estão dando para eles.


Rogério-16 anos
Achei difícil conviver com a cegueira. Têm que aprender muito para não depender dos outros.


Matheus
Senti mal por não poder enxergar. Senti mal.


Danielli dos Santos Ferreira
Gostei muito do trabalho. Gostei de tudo mesmo! Gostaria que colocassem letras em braile para poder aprender a ler. E treinar o toque com objetos, sentir os aromas e brincadeiras.
Parabéns!
E muitas felicidades
Beijos

 

Marcela T. Barbosa
A experiência foi bastante interessante porque me oportunizou ter não apenas uma consciência “teórica” a través de testemunhas de pessoas deficientes, mas vivências mesmo que em pouco tempo e em um pequeno percurso das dificuldades e também das “vantagens (audição, tato) em relação à deficiência visual. É sempre bom “ ver ” o mundo de diferentes formas.

 

Fernando de Sá.*
* Fernando escreveu com óculos (sem poder enxergar)
Gostei muito da experiência, é muito desesperador não enxergar. Fazer as coisas do dia a dia sem enxergar é muito difícil. Escrever sem ver...

 

Ana Maria
Amei a experiência. Achei que pouca gente participou. Seria bom que mais pessoas participassem. Se eu tivesse visto este stand há mais tempo, além de participar teria trazido mais gente. Eu fiz questão de cumprir a prova direitinho.
Parabéns!

 

Davane dos Santos. Escola Municipal João Brazil
Pó, eu achei muito legal e muito interessante. Eu agora sei que as pessoas que tem deficiência visual e totalmente igual a mós. Eles conseguem fazer tudo que uma pessoa que enxerga pode fazer.
Adorei e espero que vocês continuem fazendo esse lindo trabalho e que Deus ilumine vocês para que vocês possam continuar esse trabalho com os pés no chão!
Beijos


Renan Prestes.
O ambiente proporciona aguçar a sensibilidade, desfrutar em plenitude de sentidos que ficam adormecidos.
Obrigado pela oportunidade.


Janaína Souza
Uma experiência singular. Saber que existe a deficiência é algo que nos comove, mas viver a experiência de não conseguir se locomover, se alimentar, enfim viver sem a ajuda do outro é algo que remete a uma intensa reflexão de nossa condição humana.
Tenho certeza que a “falta de visão” que experimentei hoje abriu a minha visão para uma nova realidade para as necessidades de mudança em nossa sociedade.


Suanny Nogueira de Queiroz
Foi interessante. Fiquei imaginando como seria se uma pessoa apressada como eu fosse cega de fato. Os outros sentidos têm que te trazer as coisas primeiro. Você não tem aquela impressão imediata assim que você chega. A não ser aquela pessoa já cega há muito tempo que já deve entender os sons e a distância muito mais rápido. Nem vendo tenho muito a noção do espaço, quem dirá sem ver.


É como ter olhos nas pontas dos dedos; ter uma sensibilidade tátil muito afinada para perceber cada dedinho um ao lado do outro e entender que é um pé no final das contas.

 

Natália -Psicologia UFF
Esta experiência do “Café no Escuro” é extremamente diferente e valiosa! Apesar de angustiante ficar sem noção de espaço e localização é muito interessante entender como os deficientes visuais “enxergam” o mundo. Sentir com o tato, com o paladar ou com o olfato, estas sensações ficam mais fortes, é como se a visão suprimissem-nas. É como se o “branco” que envolve nos esmagassem, é muito angustiante!
Mas acredito que c/o tempo desta sensação passe ou pelo menos melhore.

 

Ah! Impressionou-me a capacidade da artista plástica conseguir esculpir formas tão reais!

 

Iuri Encarnação.
A experiência de passar por alguns minutos sem enxergar foi enriquecedor para minha vida. Tive grande insegurança em todas as etapas do percurso, mas o que mais me chamou a atenção foi a hora em que por tato, deveríamos descobrir as esculturas. Esses deficientes visuais são, para nós, uma verdadeira lição de vida. Obrigado.


Guilherme Belmont Costa
Tive a sensação de solidão quando ninguém falava comigo. As coisas também pareciam maiores e o espaço mais amplo, pois não sabia onde terminava.
A experiência de caminhar no escuro e sentir os objetos ao invés de ver foi muito interessante, a sensação é estranha, mas no final percebemos como é possível perceber os objetos através de uma nova perspectiva.
Parabéns pela iniciativa! E muito educativa e cidadã.


Augusto B. Montano.
Na perspectiva dos estudos sobre inclusão escolar essa atividade é interessante, pois nos colocamos no lugar dos outros e assim podemos perceber suas diferenças, qualidades e realidades de vida, aqui no que se refere à deficiência visual .


Clarice M. Cerruda.
Nossa! Uma experiência muito diferente e nova.È um outro feito de ver o mundo. Parecia que estava em outro lugar e que deveria ver o mundo numa outra perspectiva. É muito difícil viver sem visão, mas é uma chance de ver a vida de uma outra maneira.


Orlando de S.P. Gregório.
Foi muito bom. Isso faz sentir como é a vida de um cego, como ele conhece as coisas é difícil e é tudo com a mão.


Lucas Teles. Escola.M. Heitor Villa- Lobos.
A minhas sensações foram de se perder, de estar em um labirinto, e é muito diferente de ser normal.


Renan Vieira Escola.M. Heitor Villa-Lobos
Foi muito interessante, pois mudamos por alguns momentos de um mundo em que, somos perfeitos, em que tudo é “fácil”, para outro em que temos que nos adaptar. Enfim, só somou na minha vida essa experiência!!

 

Diriellen da Silva Teles. Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Nossa que experiência! Foi bastante interessante o caminho percorrido num corredor havia horas em que eu me perdia e não achava a parede. Na hora de tocar os objetos foi difícil não conhecia nada. Adorei e vou tentar fazer em casa com meus irmãos.


Thaíra Aimeé Senha. Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Bom, foi uma sensação horrível! Primeiro que nós passamos por um labirinto e não sabia onde vai chegar, e depois tivemos que tocar em varias coisas e queríamos descobrir o que eram. Foi estranho


Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Eu achei essa experiência meio esquisita, ficar cego é muito difícil de andar e tive que usar meu nariz. E passar a mão nas esculturas não gostei, e botar a mão na parede também e andar de bengala foi muito estranho.


Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Eu achei essa experiência meio esquisita, ficar cego não é legal, botar a mão nas coisas que você não sabe o que é, você não vê nada, etc. Só assim nos descobrimos como é ruim ser cego, ficar pedindo coisas para os outros a vez de você pegar, eu só não gostei mesmo de botar as mãos nas esculturas.


Lindsey França Escola.M. Heitor Villa- Lobos
As sensações: é que parece que vai aparecer um buraco enorme na sua frente, pois tem que raciocinar e ficar alerta, pois ser cego não é fácil.
O que mais você tem que utilizar e o olfato , o paladar e os ouvidos.


Welerson. Escola.M. Heitor Villa- Lobos
As sensações são muito diferentes da nossa. Quando nós vemos a vida é muito diferente. Sabemos de tudo só vendo o que está na frente. Quando não vê você tem que saber a forma, o gosto o cheiro. Para andar tem que ter acompanhante ou bengala. Para se localizar tem que perguntar as coisas.

 

Maria Claudia .Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Aprendi que é muito difícil ser deficiente visual, porque você fica querendo ver, mas você não, pois fica tudo escuro. A única coisa que dá para fazer é sentir que é muito importante para os deficientes visuais.
È uma sensação de curiosidade.


Renan Fonseca. Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Eu achei legal e eu senti o que o cego vive


Thiago. Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Parecia que eu estava cego de verdade.
Era muito difícil e legal. Eu aprendi como é ser um cego de verdade.
A dificuldade que ele passa para atravessar uma rua, subir uma escada.


Ulisses Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Eu achei extremamente importante, porque mostra como é a vida de uma pessoa deficiente, não tanto como cego, mas na vida de qualquer deficiente.


Evelyn da S.Salvador Escola.M. Heitor Villa- Lobos
Parecia que não existia nada. Parecia que eu estava em outro lugar, em outro planeta que não estivesse ninguém que não tivesse luz no mundo.
Foi uma experiência fantástica.


Aline. Escola.M. Heitor Villa- Lobos
O que eu senti como é a dificuldade dos cegos de enxergar é muita dificuldade para andar por causa dessa experiência. Eu vejo a dificuldade deles de se locomover.


Márcia Queiroz Bonfin.
Uma coisa muito interessante, lógica para mim que enxergo tudo, pois mesmo assim não aceitei tudo porem consegui ver com os olhos daqueles que não podem enxergar como eu e parabenizar a todos por viverem essa luta constante e mesmo assim servir e ser feliz e eu como tenho que agradecer a Deus por ter me dado essa oportunidade de ver.


“Achei interessante perceber o espaço à minha volta de uma forma diferente. Sem a visão, os outros sentidos parecem mais aguçados, principalmente o tato e a audição, ficamos mais atentos à ela.”


Jesse – cinema – 4º Período.
“A princípio é uma experiência curiosa, mas com o passar do tempo se torna perturbador não conseguir enxergar nada. Aos poucos, vou diminuindo meus movimentos e me concentrando mais na audição e no olfato. Sentir a forma das coisas também foi diferente, demorava mais para poder reconhecer, como eu não conseguia ver, tive me concentrar nos outros sentidos, o que dá uma sensação de amplificação dos sentidos. Na hora do café fiquei com medo de queimar minha mão, por isso pus pouco café e açúcar. Por sorte, ele ficou muito gostoso.”


“Achei muito interessante a experiência de tocar objetos sem saber previamente o que está na mesa. Esse tipo de experiência é bastante instrutiva, no sentido de aprimorar os nossos sentidos. Além disso, é o tipo de atividade que faz refletir um universo totalmente diferente, o universo de quem não enxerga.
Valeu!”


“É uma boa experiência para se perceber o mundo a sua volta através de outros sentidos que não a visão, para se questionar a própria visão”.

Prisca B. Fontes – Jornalismo
“Achei interessante, e como é importante expandir o lado sensorial, e tudo no mundo pode ser sentido, outro ponto que não pode ser esquecido é como deve ser difícil a vida de alguém cego”.

Após essa breve experiência sem minha visão, pude perceber que o mundo dos cegos é rico em textura, formas, sons e cheiros e que eles podem perceber muito mais do mundo ao seu redor que aqueles que, muitas vezes, se tornam cegos por sua visão.”

Adorei a experiência. Nos faz utilizar mais outros sentidos e valorizá-los em nosso quotidiano. Também nos ensina sobre a confiança no outro que está guiando, te tocando...
Acho que esse exercício também nos ensina sobre a solidariedade: cada um precisava do outro para se guiar.
Palavras como solidariedade e confiança são as que mais marcam esse exercício. “A experiência propiciou a não-visão de nada. Com um óculo produzido, fui caminhando pela sala sem ter nenhuma segurança, cada passo era uma verdadeira surpresa. Percebia que o tato e a audição são fundamentais nessa situação.”

Depoimentos do “café no escuro: Ver e não enxergar” Outubro 2008. Escrevendo com óculos:

A experiência foi muito interessante. Fiquei muito emocionada. Beijos”.


“Fascinante loucura”


“Nós que vivemos no mundo que evita o deficiente visual; eu como tenho uma deficiência nas mãos, fico pensando como essas pessoas podem sobreviver só.
Parabéns por essa experiência nova na minha vida, como esses projetos são importantes na UFF!.
Parabéns a todos!”.


“Prova de que visão é muito importante. Aguça a mente e o tato.
Muito desagradável viver no escuro, sem esse sentido”.


“Tive a sensação de insegurança, curiosidade.
Adorei a experiência”.


A experiência com deficiência da visão é extraordinária, conhecer-se e às pessoas e os objetos pela voz, audição, os objetos pelo tato e pelo cheiro é fascinante. Você faz da pessoa, da voz, o seu caminho o seu guia confiante.


“A sensação é de insegurança, erro por medo de erros. A experiência é boa mas triste para quem tem o problema, principalmente se a cegueira for adquirida após algum problema. Deixar de ver é pior do que nunca ter visto nada.
Sozinha acho que não teria condições de me manter”.


“As instalações estão totalmente “deficientes” no sentido de auxiliar as pessoas portadoras de qualquer tipo de deficiência”.


Diferente. Às vezes desconfortável. Às vezes de insegurança. Importante a experiência.


“A experiência que senti foi de que as pessoas não enxergam e a sensação é medo, eu fiquei. um pouco medrosa.
Devemos sempre ajudar a todos os que precisam, neste sentido.
Parabéns pelo trabalho”.

Percebi o grau de dificuldade de realizar tarefas aparentemente simples como identificar objetos, usar um telefone e tomar um café sem a possibilidade de visualização é complicado para viver.
Da mesma maneira, representa uma grande vitória executá-las”.


“Experiência muito interessante na medida em que as vivências são muito mais representativas do que qualquer historia contada. A política de acessibilidade é uma emergência social e a inclusão deve ser foco de todo processo de formação de cidadania e de desenvolvimento humano.
Parabéns pelo trabalho”.


Senti-me perdida. Quando vê sabe onde pisar. Sem visão fiquei apavorada. Parecia em outro planeta. A sensação é muito ruim.


“Mesmo sabendo que se trataria de uma experiência deu um desespero por não conseguir enxergar, parece que vamos cair em um buraco ou bater em alguma coisa”.


“Descobrir as coisas sem ver é também difícil”.


“Senti uma coisa estranha sem visão. Imagino as pessoas sem visão que pegam ônibus, trabalham fora. È muito incrível.
Fazer comida deve ser muito difícil. Só Deus mesmo.
Quando tiver mais me chama”.


Para mim foi difícil mais foi uma boa experiência. Deu para eu ver que a vida é uma experiência, nos estamos sempre reclamando mas Deus ao nos dar vida nos deu a visão que nós não esperamos ter. “Senti uma diferença incrível”.


“Senti a audição mais aguçada, mais acho que devemos nos preocupar mais com os deficientes, dando valor, porque na realidade eles vivem normalmente como nós”.

escreveu com óculos o nome.
Uma sensação difícil até mesmo de entender.- muita insegurança e medo.

É muito interessante a sensação que senti. No nosso dia a dia, corrido, nunca paramos para pensar como é a vida do deficiente, como eles enfrentam os obstáculos que surgem a todo momento. Gostaria, de uma certa forma, poder ajudá-los”.


“È uma sensação diferente. É uma coisa extraordinária saber que existem pessoas que conseguem sobreviver assim”.

Adorei a experiência.
Como é difícil ser dependente de outra pessoa.
Como é incrível desenvolver habilidades para tornar-se independente.
Há pouco tempo vi o filme sobre a cegueira e fiquei muito impactada e hoje, pude comprovar como é mais difícil ainda do que eu imaginei.
Foi uma grande experiência.
Obrigada pela oportunidade”


Achei tremenda a presença da “escuridão”, muito ruim e amarga. Mas vale como experiência da vivência dos deficientes visuais .


“Achei interessante e geralmente uso outros sentidos como o olfato, tato, audição para identificar algumas coisas e perceber situações”.

Eu achei muito interessante a “pesquisa” e reparei que, quando um dos sentidos é “bloqueado” os outros ficam mais aguçados.

Confiar nos outros é muito difícil quando não se tem certeza de onde você está ou o que está fazendo.
Então, para finalizar, a experiência foi ótima.

com óculos-“Achei muito bom este momento. Estava muito estressada e aqui me senti muito calma e acolhida pelas pessoas.
Foi super bom usar meus sentidos. Somos uma TOTALIDADE!
Obrigada por este momento”.
Beijos!”.

Muito interessante a experiência. Um bom momento para sentir na pele as dificuldades de um deficiente visual. E tentar compreender um pouco do que eles passam já que não possuem meios adequados para realizar suas atividades cotidianas.

 

Dayana Monteiro Gomes 01/02/11

 

 

No início da um pouco de medo de não saber para onde está indo, depois agente vê o desafio de tentar se guiar com a bengala. É uma experiência boa em aber como uma pessoa cega se sente e como tem que ultrapassar seus obstáculos.

 

Juliana Silva Amorim 01/02/11

 

 

Adorei a experiência. Nos permite conhecer a realidade e as dificuldades dos cegos.

 

Renata Feitosa 02/02/11

 

 

Legal a experiência, nela se percebe o quanto é importante a visão e o quanto que os deficientes visuais tem dificuldades.

 

Pedro Teixeira 02/02/11

 

 

Achei muito interessante como é importante ter uma boa visão.

 

Carla 02/02/11

 

 

Foi bom ter “visto” o outro lado da vida.

 

 

Uma experiência muito interessante, de algo que nunca imaginamos em nosso dia-a-dia. Conhecer as dificuldades de um deficiente visual nos faz entender melhor as necessidades dessas pessoas.

 

Nicole Lopes Guinther (caloura de medicina) 02/02/11

 

 

Achei muito interessante a experiência, porque dr para “ver” como é complicado por exemplo perceber uma mesa, chegae a um lugar, etc.

 

Paila de Oliveira Lucas (caloura de cinema) 02/02/11

 

 

Foi muito complicado ao andar e identificar objetos. Mas o que mais senti foi a claridade e um “alívio” ai tirar a venda. Uma lição de vida.

 

Larissa Fernandes (veterana de serviço social)02/02/11

 

 

A experiência é incrível. É quase impossível nos imaginar sem um dos sentidos, principalmente a visão. O trabalho nos torna muito conscientes e é capaz de diminuir as diferenças. Parabéns!

 

Mariana Rocha (biomedicina- 6º período) 02/02/11

 

 

A experiência de se passar, por alguns poucos minutos como uma pessoa cega, proporcionada pelo “café no escuro” é muito gratificante e válida. Com ela, pude perceber as dificuldades por que passam os deficientes visuais para realizar algumas atividades básicas e simples do dia-a-dia, principalmente a locomoção. A não percepção do espaço é muito ruim e dá uma insegurança enorme na pessoa. O projeto é excelente e realmente nos mostra como é complicada a situação de um deficiente visual, e que é de extrema importância ajudá-los sempre.

 

Luciana Gasparini (caloura de medicina) 02/02/11

 

 

É incrível como o ser humano pode se adaptar as situações mais adversas, a partir desta experiência, privado de minha visão, tive que potencializar os demais na busca de minha sobrevivência. Pude perceber o quão heroica é a rotina de um deficiente visual ao tomar um suco, comer uma bolacha e ligar para alguém, tão eficiente e rapidamente quanto quem vê, tendo de entender à demanda de constante velocidade exigida em nossos tempos. É cruel a postura das pessoas, e consequentemente do Poder Público, em negligenciar tais indivíduos, projetando cidades e países e construindo os mesmos sem relevar suas necessidades: como se o homem pudesse ser eterno e incansavelmente apto e ótimo em todas as suas ações e sentidos. Na melhor das hipóteses a velhice nos debilitará e nos tornará menos eficiente, e na pior- e bem mais provável- uma acidente qualquer pode nos privar de um algum sentido, forçando-nos a nos adaptar para sobreviver. E então continuaremos normais, pois o ser humano é belo justamente por sua diversidade e inúmera possibilidades de perceber o meio- ambiente.

 

José Sebastião F. Filho (veterano de direito)

 

Uma experiência muito legal, não imaginamos a dificuldade que essas pessoas passam, mas muito bacana saber e descobrir como é possível ajudar!

 

 

Keli Ferreira Souza (caloura de fonoaudiologia) 02/02/11

 

 

Uma experiência incrível que mostra as dificuldades enfrentadas pelos deficientes visuais. Uma iniciativa brilhante!

 

Victor Santos 02/02/11

 

 

Uma experiência única que nos faz pensar nas dificuldades do dia-a-dia dos deficientes e que eu tiro a lição de que nós seres humanos somos iguais e que a sociedade um dia, que não seja utopia, seja mais solidaria, uns com os outros. Experiência linda!

 

Mirian 02/02/11

 

 

Usar os sentidos, exceto a visão começa engraçado, depois fica angustiante, especialmente quando você precisa se locomover. É bom quando alguém fala e você só tem que prestar atenção na voz. Parece que aquela voz é a única coisa que existe, todo o resto é um vazio. Reconhecer as coisas pelo tato não é tão difícil e pode ser até divertido.

 

Bruno Poses 02/02/11

 

A experiência da vida de um deficiente visual, é poder enxergar com outros olhos o mundo com sentidos, cor e sabor conforme a imaginação e os sentidos nos permitir. Adorei a experiência de poder participar, vamos fazer a inclusão desses deficientes cada vez mais no nosso mundo vidente.

 

Fernanda Cardoso ( eng. civil) 02/02/11

 

 

Bom, é uma sensação diferente no 1º momento é estranho pois não temos noção do que está acontecendo, porém depois do lance os outros sentidos começam a aflorar.

 

Paula Lemos( matemática) 02/02/11

 

 

Me encanto- La esperiencia de vivir um tiempo como ciego! Es superdifícil y ahora empiezo a valorar mucho a más mi ojos gracias.

 

Diego Ramos 02/02/11

 

 

Creio que a parte mais complicada é se alimentar, ter que preparar o próprio alimento é muito difícil!

 

Letícia S. Teixeira 02/02/11

 

 

Gostei bastante e já é a segunda vez que participo. Parabéns!

 

Sabrina Flores 02/02/11

 

 

Usar a percepção é muito interessante, mas ao mesmo tempo, dá um certo medo do desconhecido.

 

Anna Paula Oliveira 02/02/11

 

 

Muito bom o trabalho de vocês, pois não sabia o quanto era difícil a vida do deficiente visual agora posso lhe dar melhor com meus próximos deficientes visuais.

 

 

Achei muito interessante o trabalho feito, pois mostra uma realidade pouco conhecida. Adorei passar por esta experiência.

 

 

Foi uma experiência indescritível, pois percebemos as dificuldades que deficiente visual vive constantemente, dificuldades essas que não percebemos ao não darmos atenção que se tem a visão.

 

 

Foi muito interessante poder perceber como é algo que faz falta e nós não damos importância dos outros sentidos as vezes.

 

 

Meu nome é Igor de Vasconcellos Machado, achei incrível viver por u pequeno instante, todo esse mundo dos deficientes visuais, muito boa a ideia, parabéns.

 

 

Excelente iniciativa. O nosso país necessita desse ato por inúmeras vezes, conscientizando a todos da necessidade de ajudar ao próximo.

 

Laís Vidal 02/02/11

 

 

Muito boa experiência, acho que todos deveriam passar por isso. Ótima iniciativa.

 

Douglas 02/02/11

 

 

Foi uma experiência única. Seria muito bom se todos pudessem passar por isso para saberem como é.

 

 

Realmente, a vida de um deficiente visual é uma superação a cada dia!!

 

Aureliano Carlos (serviço social) 02/02/11

 

 

Foi uma experiência importantíssima onde aprendi a atender o quanto é difícil ser um deficiente visual, e o quanto necessitamos da ajuda do outro.

 

É uma experiência única, saber que podemos realizar todas as coisas, substituindo a visão por outros sentidos.

 

Rose Lopes 02/02/11

 

 

Foi muito interessante saber como podemos viver normalmente e realizar e realizar coisas básicas com todos os outros sentidos. Muito legal, parabéns!

 

 

A iniciativa é ótima, por alguns poucos minutos, sentimos pelo que normalmente os deficientes visuais passam todos os dias. Parabéns pelo trabalho!

 

 

É muito importante entender como é a vida de uma pessoa com deficiência visual para que possamos lidar com essas pessoas como elas merecem.

 

Letícia (biomedicina) 02/02/11

 

 
 
 
 
 

 

 

 


Sensações
Acostumada a conduzir, agora dependente do outro para “achar-me...”
Num mundo cheio de luz quase não enxergo, mas no escuro, algo mais eu pude ver.
Grata pela experiência, Ana Cristina.